quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Fotos da Ilha de São Miguel ( Notificações )

Esta pagina contem fotos da Ilha de São Miguel , em que poderá ajuda-lo a tomar nota dos locais a visitar ... Atenção a pagina está a ser actualizada


Vila do Nordeste

Praia Lombo Gordo
Para os amantes do amanhecer em praia 
a única praia que tem Sol de manhã 
onde poderá apreciar o sossego e admirar o nascer do sol 

Esta praia está situada na base de uma encosta de declive muito acentuado. Encontra-se fortemente influenciada pelas correntes marítimas relacionadas com fenómenos de assentamentos de areias, facto que leva a que com uma periodicidade de cerca de 7 anos tenha um areal muito extenso para que nos 7 anos seguintes fique reduzida a praticamente metade da sua extensão. 
Este é um local muito isolado e pouco frequentado, com um agradável enquadramento paisagístico, onde poderá apreciar o sossego e admirar o nascer do sol, no mar. Como curiosidade, dada a sua orientação, esta praia só recebe sol de manhã. Como infraestruturas, possui instalações sanitárias e parque de estacionamento.


Parque Florestal de Pedreira 




Miradouro da Vigia das Baleias Algarvia











Miradouro e jardim ponta do Sossego 












Jardim Ponta Do Sossego Vila do Nordeste 
Fotografado Verão de 2014


Ribeira dos Caldeirões 
Achada 










19/04/2015
Hoje fui dar um passeio á Vila Do Nordeste e como não poderia deixar 
de visitar esta maravilha , Ribeira dos Caldeirões , 
até parece que nunca me canso de ver as maravilhas da minha Ilha 
Estadias para férias

A vila
 Scut
 Vista da Igreja
 Vila
 Vista da Ponte


 Retunda de entrada da Vila do Nordeste

 Farol Ponta do Arnel
 Piscina




Vila Franca do Campo 


Esta maravilhosa Praia da Amora
Ponta Garça




O Ilheu
O ilhéu de Vila Franca do Campo resultou de uma erupção submarina e tem sido esculpida por 4000 anos de marés. Tem uma forma circular com cerca de 150 metros de diâmetro e uma pequena passagem. Várias fendas que ligam a bacia ao mar exterior estão espalhadas pelo Ilhéu Grande. O Ilhéu Pequenino está situado a 20 metros Nordeste do Ilhéu Grande. Ainda há um rochedo conhecido como «Farilhão» e tem 32,50 metros de altura.
O “Anel da Princesa” foi classificado como Reserva Natural a 3 de março de 1983 e é uma área protegida para a gestão de habitats e espécies desde 2008. Está localizada a menos de um quilómetro da costa vilafranquense e é considerado uma das Zonas Importantes para as Aves pela organização não-governamental Birdlife Internacional.
Após a descoberta da ilha de Santa Maria, os marinheiros rumaram entre Noroeste e Norte e deram com a Povoação Velha – atualmente denominada Vila da Povoação.
O início do povoamento da ilha de São Miguel foi comandada por Gonçalo Vaz Botelho e um ano depois encontrou o Ilhéu de Vila Franca do Campo.
Nas palavras do historiador Gaspar Frutuoso “ali defronte saíram em terra e habitaram, a qual semeando e cultivando lhe respondeu com muitas e abundantes novidades”.
João da Grã, cavaleiro da Ordem de Avis, recebeu a carta da dada a 13 de junho de 1537, pelo 5º capitão donatário da Ilha de São Miguel – D. Manuel da Câmara. No documento constava o propósito do ilhéu de Vila Franca do Campo para “a creação de cabras ou outra qualquer creação e proveito que no dito ilhéu possa melhor fazer”.  Três anos depois, João da Grã pediu a confirmação da dada ao monarca e o privilégio de que teria todo o poder sobre o cone vulcânico inativo.  Em 22 de outubro de 1522 deu-se um terramoto que destruiu a Vila e deu o título de capital a Ponta Delgada. Nesta altura, muitas embarcações serviram-se do ilhéu da Vila como refúgio. Atendendo à importância do ilhéu para o abrigo de barcos, foi criado um plano por forma a que a bacia interior do ex-líbris acolhesse 30 navios, “devendo-se rebaixar e alargar o boquete e tapar as fendas que o circundam” – uma interpelação requerida pelo capitão do donatário a D. João III de Portugal[ii]. Apesar da vontade, tal projeto não foi executado.  De 25 a 28 de junho de 1563, Vila Franca sobre uma nova crise sísmica e o ilhéu da Vila volta a ser um refúgio de pessoas e barcos: “muitas pessoas se botavam a nado ao mar, não temendo esse perigo, por evitar o que na terra tinham, acolhendo-se aos barcos e navios ancadorados e ao ilhéu, onde já estava muita gente acolhida”[iii]
O ilhéu de Vila Franca do Campo como centro de episódios históricos
O ilhéu foi o centro de muitas execuções a mando do marquês de Santa Cruz da Mudela durante a Dinastia Filipina – 1580-1640
A conhecida Batalha Naval de Vila Franca foi o maior reencontro da campanha de Filipe I de Espanha contra os portugueses. Resultaram mais de 2500 morto e foi a primeira batalha naval que recorreram aos grandes galeões. Esta ocasião permitiu que os portugueses ganhassem experiência numa embarcação que exigia novas táticas e manobras. Os castelhanos quase que garantiam a sua vitória, porém foi chegado um reforço naval de Castela que ganhou sob a experiência tática do Marquês de Santa Cruz de Mudelo. O enforcamento de soldados franceses no alto do ilhéu da Vila visava servir como repelente àqueles que pretendessem cometer os mesmos maus comportamentos ou outro tipo de atitude que merecesse castigo, como refere Frutuoso: “enforcando dezoito ou dezenove franceses mancebos bem dispostos. Dizem ser o intento do Marquês em os mandar enforcar no alto do ilhéu, para todos os que passassem ao longo dele e da terra, vendo aquela justiça não usassem semelhantes obras, e temessem outro tal castigo.” [iv]. A derrota francesa refletiu numa mudança de atitude política para com Castela.
O ilhéu de Vila Franca passa a ter uma maior importância e recebeu obras de melhoramento no acesso e na construção de um muro na entrada que não permitisse a entrada de ondas na caldeira.
No outono de 1597, a ilha de São Miguel foi atacada pela armada inglesa, pela liderança de Robert Devereux, 2º conde de Essex. Gonçalo Vaz Coutinho defendeu a ilha verde dos ingleses, referindo na História do Sucesso que a sua atitude ofensiva, fez com que as lanchas recolhessem aos navios ingleses e fosse de todo evitado o ataque pela armada inglesa.
Uma lei municipal em 1612 pôs fim à criação de gado no ilhéu da Vila, sendo obrigada a pagar vinte cruzados a pessoa que não respeitar esta limitação. Foram construídos vários mourões de cerne para a amarração de embarcações.Os anos passaram e a propriedade da ilha vulcânica passara de mão em mão, ao sabor do modelo governativo português.
Na onda reformadora de Marquês de Pombal, foi criada a Capitania Geral dos Açores em 1766. Esta nova autoridade garantira mais autonomia nos estudos e na aplicação do resultado destas investigações, porém não conseguiram a execução por falta de fundos.  Na década 30 do século XIX foi fundada a Companhia do Porto de Abrigo Marítimo no Ilhéu de Vila Franca do Campo. João António Garcia de Abranches tomou a iniciativa, agora dotada de estatutos com aprovação real da D. Maria II de Portugal. A coroa portuguesa entusiasmada com a acção concedeu gratuitamente um padrão e uma imagem de Nossa Senhora da Glória para ser colocada numa ermida que haveria de ser construída no ilhéu.  Em 1846 o ilhéu passa a arrematação e foi licitado por Simplício Gago da Câmara e denominou-o o ex-líbris como “Caís das Casinhas”. Foi construída uma casa de veraneio em 1933. Após a compra, Simplício mandou plantar vinhas e a construção de uma vigia de apoio à baleação no seu ponto mais elevado. Eram abatidas no ilhéu toninhas às centenas.  A 30 de abril de 1924, António Manuel dos Santos adquiriu o ilhéu por 14 mil e 400 contos e prometia aproveitamento turístico daquele local.
O Governo Regional dos Açores determinou o ilhéu de Vila Franca do Campo como uma Reserva Natural, por forma a salvaguardar o património pelo Decreto Legislativo Regional 3/83 de 3 de março, publicado no Diário da República n.º 10, 1ªsérie, de 29 de março de 1963.

Lagoa do Congro 



Ribeira Grande 

A Praia mais famosa do Norte 
Praia do Areal de Santa Bárbara


Ribeirinha
Farol  e 
Miradouro da Ponta do Cintrão 


Maia
Calhau da Areia Pequena 

Calhau da Areia Pequena 

Miradouro do Frade 
Maia 

Lagoa do Fogo 
Caldeira Velha





Piscina da Caldeira Velha Ribeira Grande ( Cidade ) 

Hoje passeio Turístico pelas caldeiras
16/05/16









Passeio pela Cidade da Ribeira Grande
06/03/16
Câmara Municipal da Cidade
Jardim Cova do Milho
Antigos moinhos de água


 Ponte
 Ribeira


Piscina Municipal



Poente da Ilha

Miradouro da Covilhã 




Serra Devassa








Lagoa do Canário
Caminho para vista da Lagoa Santiago
Lagoa Santiado
9 Janelas
Lagoa das Sete Cidades ( Vista do Rei ) 
Lagoa das Sete Cidades A lenda
Numa só palavra: romântica. Reza a lenda que as lagoas que hoje estão lado a lado nasceram de um amor proibido entre um pastor de olhos verdes e uma princesa de olhos azuis. Condenados à separação, choraram tanto na sua derradeira despedida que as suas lágrimas se converteram nas duas lagoas de diferentes cores. Desde então que esse amor se sente vivo neste lugar. Rende-te a uma paisagem de cortar a respiração e a uma tranquilidade imensa, desta que foi classificada em 2010 como uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal

Lagoa Pau Pico




Povoação

Parque Florestal de Água Retorta





Furnas
Poças da Dona Beija





Parque D. Beatriz Canto





PARQUE FLORESTAL FURNAS



O nosso famoso cozido á Portuguesa nas Furnas 
Ilha de São Miguel ( Açores )




Parque Terra Nostra 























Estadias para férias 



Termas de Ferraria 









Lagoa de São Braz

Por do Sol 




Estadias para férias 




Ponta Delgada

Hoje ao amanhecer em Ponta Delgada

02704/16

Jardim António Borges
Ponta Delgada










Nasceu no Solar do Calço da Furna, na freguesia da Fajã de Baixo. Exerceu o cargo de governador civil do Distrito de Ponta Delgada.  O Jardim António Borges, hoje a mais importante zona verde da cidade de Ponta Delgada, foi adquirido pela Câmara Municipal em 1957 e oficialmente inaugurado como parque público a 11 de Setembro daquele ano. Em 1958 foi colocado naquele parte um busto de António Borges, da autoria do escultor Numídico Bessone. Por deliberação camarária de 18 de Novembro de 1960 foi dado o nome de António Borges à actual Rua de António Borges, na sequência da atribuição, a 17 de Outubro de 1929, do topónimo Beco do Jardim António Borges ao antigo Beco da Lombinha dos Cães

Igreja de Mãe de Deus



Gruta do Carvão
Trata-se de uma gruta de origem vulcânica existente numa região da Ilha de São Miguel conhecida geologicamente como "Complexo Vulcânico dos Picos", trata-se de uma área de vulcanismo fissural, geologicamente recente, formada por cerca de 200 cones de escórias e por escoadas lávicas de natureza basáltica.
Esta gruta desenvolve-se ao longo duma extensa escoada lávica basáltica, cuja orientação geral é sensivelmente N-S, tendo o centro emissor localizado na zona central do Complexo Vulcânico dos Picos.
Encontra-se na zona poente da cidade de Ponta Delgada e forma o maior túnel de lava da Ilha de São Miguel. Depois de muitos anos encerrada actualmente está de novo a ser explorada sendo é possível percorrer uma extensão de cerca de 1250 metros, em dois troços separados.
O troço do sul estende-se por 700 metros. E a parte norte desenvolve-se para noroeste por uma distância de cerca de 550 metros.
Esta gruta tem uma altura média que ronda os 2 a 3 metros, havendo locais onde esta ultrapassa os 5 metros.
Nalguns troços, a gruta sofreu ao longo dos séculos a deposição de areias e terras trazidas pelas águas de escorrência, chegando a alguns casos a ter uma espessura média de cerca de 1 metro.
A largura desta Gruta é muito variável, atingindo em alguns locais valores superiores a 10 metros, particularmente na intersecção dos vários ramos em que a gruta se divide. O troço montante da gruta apresenta como principal característica a existência, ao longo de uma extensão de cerca de 200 metros, de dois túneis sobrepostos.
A riqueza natural da Gruta do Carvão, está não só no já referenciado, mas sobretudo na grande variedade de aspectos geológicos, estruturas e fenómenos típicos do vulcanismo que é possível observar. É de salientar as estruturas conhecidas como “bolhas de gás” que são correspondentes a secções da parede da gruta que “explodiram” debaixo da acção dos gases acumulados no seu interior, ou a presença de fendas nas paredes e tecto da gruta, resultantes do arrefecimento da escoada lávica.
Do tecto desta formação pendem muitas estalactites, quer de origem lávica que apresentam geralmente uma forma cónica e superfície lisa, e que são resultantes da solidificação de pingos de lava, quer secundárias formadas por formas irregulares, de cor esbranquiçada e extremamente frágeis, resultantes estas da alteração e acumulação a partir das águas de escorrência de superfície que se infiltraram na gruta.
Estas águas de são responsáveis também por fenómenos de oxidação das rochas basálticas que dão forma à Gruta do Carvão, dando-lhe em muitos locais tonalidades avermelhadas ou alaranjadas junto às fendas e outros locais de infiltração.
Esta gruta possui ao longo de vários troços, balcões, também denominados por bancadas, nas paredes laterais, que são autênticos testemunhos da variação dos níveis de lava fluida que percorreram o interior do túnel ao longo da erupção que o originou ou por sucessíveis erupções cujas lavas por este túnel escorreram.
Em alguns locais, é possível ver balcões a diferentes patamares.
Igualmente resultantes do fluxo da lava no interior da gruta, são as estrias que estão presentes principalmente em locais côncavos nos sectores curvilíneos existentes no túnel lávico.
Surgem também lajes, morfologias do tipo aa, lava encordoada e irrupções de lava muito fluida em zonas mais escoriáceas. Estas formam outras micro-estruturas vulcânicas que afirmam a importância desta gruta.
Em alguns locais desta gruta existem sítios que possuem áreas com mais de 5 metros de altura e zonas com altos e amplos salões.

Ponta Delgada
Local a não perder , Visite


Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado
Igreja do Colégio dos Jesuítas de Ponta Delgada
Largo do Colégio

Avenida Marginal
Avenida Marginal

Vista da Marina
Avenida Marginal
Avenida Marginal
Arcadas da Matriz

Portas da Cidade









Praça do Município de Ponta Delgada



Estadias para férias 


Cidade da Lagoa 

Caloura  




Emissário Submarino 






Faial da Terra 
Faial da Terra ( Vila da Povoação )


 Mosteiros

Por do Sol 
Hoje 02/10 , nos Mosteiros ( Ponta Delgada ) 


A mais antiga plantação de chá da Europa está no Açores
A mais antiga plantação de chá da Europa está no Açores. A Fábrica de Chá Gorreana está na mesma família há cinco gerações (existe desde 1883) e foi salva pelas demonstrações científicas que o chá é benéfico para a saúde. Esteve para fechar, em 1975, mas, desde então, não parou de crescer em produção, área de cultivo e clientes, até mesmo na exportação.
Atualmente conta com 42 hectares plantados e produz, em média, 40 toneladas de chá por ano. Do seu volume de negócios, que ronda os 500 mil euros, cerca de 20% advém da exportação, essencialmente para a Alemanha e França e para os mercados da saudade, como EUA e Canadá. Além da venda online. Tem 40 funcionários. Margarida Hintze, que agora está à frente do negócio da família, lembra que "logo a seguir ao 25 de abril a fábrica esteve para fechar. Foi a altura das vacas, toda a área era para pastagem, era esse o interesse. Mas, lá fomos aguentando". Entretanto, recorda, "a ciência veio dar uma ajuda, ao confirmar que o chá faz bem à saúde e as pessoas voltaram-se outra vez para esta bebida, especialmente para o chá verde, mais do que o preto". A fábrica Gorreana também se adaptou aos tempos, e além do chá ortodoxo, "em folhinhas", vende também o seu produto em saquetas, "porque as pessoas já não têm muito tempo e preferem assim, é mais rápido". Além disso, acrescenta Margarida Hintze, "em tempos compramos uma outra fábrica de chá, também dos Açores, a Canto, que ia fechar as portas, e produzimos também os chás Canto, uma deles como produto nacional que é chá verde com jasmim, e um outro que não pode ter o símbolo nacional, porque é uma mistura com bergamota, uma planta que importamos da Índia".
A volta à crise foi dada também através do turismo. "Estamos abertos durante todo o ano, criamos a Casa do Chá, onde os turistas podem experimentar, de forma gratuita, os nossos chás e além disso temos um trilho, que podem percorrer pela plantação, para conhecerem a origem da bebida que apreciam", diz a empresária, sublinhando que dessa experiência "ganhamos muitos clientes, que compram aqui, e depois no regresso a casa fazem as suas encomendas por email, para os mais variados países". A Fábrica de Chá Gorreana foi criada em 1883 por Hermelinda Pacheco Gago da Câmara, está localizada na Gorreana, freguesia da Maia, ilha de São Miguel, Açores. A pensar no futuro, a empresa está a desenvolver o ice tea, cujo lançamento estava previsto para este ano.