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domingo, 18 de junho de 2017

Trilhos , Ilhas dos Açores , Azores Trails

Esta pagina contem fotos e mapas sinalizados dos Trilhos dos Açores em que poderá ajuda-lo a tomar nota dos locais a visitar ...
                                            

Os encantos dos Açores



Ilha São Miguel 

Estes trilhos estão fechados por motivos de segurança 


Faial da Terra – Salto do Prego -  PRC9SMI



Esta pequena rota circular no Faial da Terra tem início junto à paragem dos autocarros. Suba a rua de asfalto até à bifurcação, onde deverá continuar em frente por um caminho de terra, sempre ao longo da margem esquerda da ribeira . Ao longo do trilho a vegetação fica mais cerrada, com o Incenso (Pittosporum undulatum) e a Acácia (Acacia melanoxylon) como espécies predominantes.
Ao longo do percurso existem vários pomares em ambas as margens da ribeira, pertencentes a pequenas explorações familiares. Pede-se aos pedestrianistas o favor de não apanharem frutos ao longo do caminho.
Ao chegar a uma ponte sobre a ribeira, atravesse-a para a outra margem e suba até chegar a uma bifurcação, onde deverá seguir à direita para o Salto do Prego. Siga a sinalética até chegar à cascata do Salto do Prego, passando por um caminho à esquerda que faz a ligação com o PR 11 SMI Ribeira do Faial da Terra.
Neste ponto é possível explorar a base da cascata, bem como subir por um trilho até à parte superior da ribeira. Volte pelo mesmo caminho, seguindo à direita na segunda bifurcação, rumo à Aldeia do Sanguinho. Nesta antiga aldeia em recuperação, irá encontrar casas típicas, pequenas quintas agrícolas e vários exemplares de Sanguinho (Frangula azorica), planta endémica dos Açores que dá nome ao local.

Desça pelo caminho serpenteante em pedra de calçada, com cautela devido ao piso escorregadio e grau de inclinação elevado, até chegar à primeira bifurcação do percurso, junto à ribeira. Desça a rua até ao painel inicial, terminando o percurso.


Chá Porto Formoso -  PRC 26 SMI




Esta pequena rota circular tem início junto ao miradouro da Vista dos Barcos, freguesia do Porto Formoso, passando pela Fábrica do Chá e respetivas plantações.
Suba a rua à direita até ao café, onde deverá seguir novamente à direita por um caminho de terra. Ao longo do trilho irá cruzar campos de cultivo, onde poderá observar os abrigos típicos que protegem as árvores de fruto dos temporais sazonais. No final, vire à esquerda e suba até à estrada regional. Atravesse a estrada com precaução e continue o passeio por um caminho pedonal, ensombrado por algumas árvores de grande porte como o Incenso (Pittosporum undulatum), a Acácia (Acacia melanoxylon) e o Eucalipto (Eucalyptus globulus). Para chegar às plantações de chá é necessário transpor a Grota das Lajes e subir a colina onde se encontra a planta do chá - Camellia sinensis. Daqui irá encontrar um caminho de cimento, por onde deverá descer, até chegar novamente à estrada regional. Deverá atravessar cautelosamente e virar à esquerda em direção à fábrica de chá do Porto Formoso, fundada na década de 1920.
Prossiga a rota, virando à direita por uma pastagem que dará acesso a uma quinta de cultivo com produtos locais tais como, o inhame, a laranja e a banana. Um pouco depois chegará ao ponto de partida, junto ao miradouro para o porto de pesca.


Chá Gorreana - PRC28SMI



Esta pequena rota circular começa e termina junto à Fábrica de Chá Gorreana.
Atravesse cautelosamente a estrada regional em direcção ao portão de acesso à plantação de chá e siga em frente até encontrar indicação para virar à esquerda.
Esta é a parte ascendente do percurso que se desenvolve em caminho de terra batida pelo meio da plantação de chá.
Cerca de 1.200 metros após o início do percurso irá passar por cima de uma ponte em pedra. A pastagem passa a tomar o lugar do chá e das matas.
Cerca de 450 metros depois verá à sua direita um conjunto de construções de apoio à actividade agrícola. Siga em frente, de novo com o chá como companhia e depois a pastagem.
Depois de atravessar uma mata de criptomérias, vire à esquerda em direcção ao ponto mais alto do percurso. Pouco depois encontrará bebedouros de gado do lado direito.
Após 100 metros, no alto da pastagem, vire à direita e dirija-se à Casa do Mirante, uma construção neste momento em ruína, de onde pode desfrutar de uma magnífica vista sobre grande parte da costa norte da ilha, desde o Pico da Vara, para nascente, até à Ribeirinha para noroeste. Em baixo, as plantações de chá e a Fábrica da Gorreana.
Volte pelo mesmo caminho e no final deste troço, encontrará uma indicação para virar à esquerda atravessando uma pastagem. Siga junto à mata de criptomérias, contornando pastagem até entrar de novo no caminho, onde deverá virar à esquerda.
Após 200m perto de uma antiga casa da lavoura, entre à sua esquerda num caminho que o conduzirá à entrada para a plantação de chá.
A parte final do percurso desenvolve-se no interior da plantação, até de novo chegar à estrada regional.
No final do percurso visite a Fábrica de Chá Gorreana onde pode retemperar as suas forças com um chá à sua escolha. 

Quatro fábricas da Luz -  PR 39 SMI






Esta pequena rota linear atravessa locais de grande importância histórica na industrialização da ilha no final do séc. XIX e início do séc. XX, retratando o início da produção e distribuição de energia elétrica, através de fontes renováveis, impulsionado pelo Eng.º José Cordeiro (1867 – 1908).
Comece o percurso no parque de estacionamento do Parque Escutista dos Lagos. Virado para Sul, atravesse a cancela ao lado da ribeira e siga até ao reservatório de água que antigamente abastecia a Fábrica da Cidade (1904 – 1974). Atualmente o reservatório serve a Central Mini Hídrica da Ribeira da Praia, contruída em 1990, com início de produção em 1991. Siga pelo caminho à esquerda do reservatório descendo até à Fábrica da Cidade, dois edifícios em ruínas contíguos à ribeira. Continue para Sul passando por um desvio à esquerda para a ribeira, onde pode ver a antiga câmara de carga da Fábrica da Vila.
De volta ao caminho principal e chegando a uma bifurcação, opte pela esquerda até chegar à base de uma das cascatas da Ribeira da Praia. Aqui encontram-se as ruínas da Fábrica da Vila (1899/1900 – 1972), a mais antiga das quatro fábricas. Siga a sinalética, paralelo à ribeira, por uma mata composta maioritariamente por incensos (Pittosporum undulatum) e acácias (Acacia melanoxylon). Chegando a uma área com campos de cultivo, desça de novo até à ribeira, local onde pode disfrutar de um mergulho na Cascata do Segredo, à esquerda, ou optar pelo Poço dos 30 Reis, à direita.
Continue o caminho seguindo a antiga conduta de água até ao Lugar da Praia. Junto ao fontanário, aproveite o desvio à direita e visite o Núcleo Museológico da Eletricidade – Fábrica da Praia (1911 – 1974).
Para realizar uma visita às instalações em funcionamento convém, antecipadamente, fazer uma marcação com a empresa do Grupo EDA - EDA Renováveis (eda@eda.pt / 00351 296 202 000).



Vigia de São Pedro - PR1SMI



Esta pequena rota linear inicia-se na Freguesia de São Vicente Ferreira e segue ao longo da orla costeira até à Freguesia das Calhetas.
O ponto de início é junto ao Porto de Pescas de São Vicente, o porto mais importante da Ilha de São Miguel na época da Baleação. Junto ao porto existe a antiga Fábrica da Baleia e também piscinas naturais.
Começa-se o percurso ao longo da orla costeira, desfrutando de imediato de uma vista magnífica para a Ponta de São Pedro, a Ponta do Cintrão e a Ponta dos Fenais da Ajuda.
Depois de cerca de 600m em piso de asfalto, vira-se à esquerda para um caminho de pé posto que segue mesmo junto à costa durante um pequeno troço que no fim irá dar a um caminho de terra batida. Prosseguindo por esse caminho, passará por um restaurante e chegará pouco depois aos Fenais da Luz.
Irá depois passar através da freguesia, caminhando na estrada regional até chegar à Igreja, onde se vira à esquerda em direção à costa. Nesse local poderá fazer um pequeno desvio à esquerda para um miradouro e apreciar a vista da orla marítima.
De seguida, continuará numa rua com casas de ambos os lados, onde se podem observar construções tradicionais do séc. XVII e XVIII. Pouco depois sairá da zona urbanizada para voltar a caminhar num caminho de terra batida até às Calhetas.
Nesta zona irá encontrar vários pontos de interesse como a Ponta de São Pedro em todo o seu esplendor, a Ermida de São Pedro do séc. XVI e, um pouco à frente, o buraco de São Pedro, uma interessante formação geológica. Chama-se a atenção para não se aproximar muito do Buraco de São Pedro devido ao perigo de queda.
Continuando o caminho, 1,8 km depois chegará ao centro das Calhetas, onde termina este percurso. 


Vista do Rei - Sete Cidades - São Miguel PR3SMI
Este trilho está fechado por motivos de segurança



Este percurso começa no Miradouro da Vista do Rei, termina na freguesia das Sete Cidades e tem a duração total de cerca de 2h.
Inicia-se pela vertente oeste da Cumeeira da Caldeira das Sete Cidades. Nesta parte do percurso pode observar-se: do lado direito a Caldeira Seca e as Lagoas das Sete Cidades e do lado esquerdo a costa oeste da Ilha de São Miguel.
Deve seguir por este caminho, de terra batida, até chegar à estrada alcatroada que liga a freguesia dos Mosteiros à das Sete Cidades. Prossiga para a direita e desça até surgir à esquerda um caminho de terra batida. Continue nesse caminho até encontrar uma bifurcação onde este trilho se cruza com o percurso PR4 SMI (como pode observar no mapa).
Nesse local, vire à direita e desça até à Freguesia das Sete Cidades. O percurso percorre uma zona classificada como Paisagem Protegida. É responsabilidade de todos(as) nós contribuirmos para a sua protecção, bem como assegurar a sua biodiversidade através da conservação deste habitat natural.


Trilho Pedestre da Lomba da Fazenda - PRC31SMI



Este percurso é um percurso circular que começa e termina em frente da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, na freguesia da Lomba da Fazenda. Este trilho passa por vários locais de interesse tais como o parque de campismo do Nordeste, a “Boca da Ribeira” uma zona balnear adjacente à Foz da Ribeira do Guilherme, o Parque de Endémicas do Pelado e o Parque da Morgada.
O percurso inicia-se na estrada regional ao longo de uma curta extensão de 200m, após a qual vira à esquerda para uma estrada secundária que desce em direcção ao Parque de Campismo. No final da descida terá de atravessar a ribeira do Guilherme e poderá visitar alguns moinhos de água antigos. Também é de salientar a existência de um fontanário de 1982. Seguindo em frente, o trilho sobe por entre criptomérias, incensos e acácias, em direcção à Vila do Nordeste, onde poderá fazer um pequeno desvio para visitar a Vila, e depois desce para a Boca da Ribeira. Após desfrutar desta aprazível zona balnear, deverá seguir para o atalho de pé posto que sobe a arriba. Após chegar ao topo, o trilho segue ao longo de pastagens, descendo suavemente para a zona litoral. Já perto da costa, atravessará uma pequena ribeira e logo depois chegará ao Parque de Endémicas do Pelado. Neste parque poderá 
desfrutar de um magnífico miradouro sobre a orla costeira e de um local de descanso. Continuando ao longo da costa, irá encontrar um desvio para um pequeno portinho onde antigamente os barcos ancoravam para descarregar mantimentos. Seguindo a sinalética, irá encontrar uma estrada de alcatrão que o levará de volta à Lomba da Fazenda. Aí, se as forças o permitirem, poderá ainda visitar o Parque da Morgada, onde poderá dar um passeio ao longo dele, caminhando ao longo de uma ribeira, e visitar o local onde se encontram antigas pias para lavar roupa. Voltando atrás, atravessa-se a ribeira e sobe-se perto de umas casas onde se tem uma vista sobre a Freguesia toda. Continuando em frente, irá voltar ao local onde este painel se encontra. 

Trilho do Agrião - PR12SMI




O trilho começa na Estrada Regional entre as Furnas e a Povoação, perto da Lomba do Cavaleiro, termina na Ribeira Quente e tem a duração total de cerca de 1h30m. Inicia-se descendo por um caminho, primeiro em terra batida entre pastos e depois em pé posto, que desce sempre até chegar a uma ribeira. Deve atravessar a ribeira e continuar, subindo por uma mata de incenso (Pittosporum undulatum), acácia (Acacia sp.) e vinháticas (Persea indica). A seguir chegará a uma bifurcação, já num caminho mais largo de terra batida. Nesse local, deve virar à esquerda, seguindo a sinalética, até encontrar, um pouco mais tarde, novo atalho à esquerda, que o/a levará a uma ponte de madeira. Depois de passar esta ponte, deve virar novamente à esquerda e continuar por um caminho de terra batida ao longo de uma ribeira, até chegar, à Ribeira Quente, onde o trilho termina.

Praia – Lagoa do Fogo - PRC2SMI



Este trilho inicia-se por um caminho de terra batida numa zona de pastagens, até chegar a um tanque de água onde se volta à direita iniciando a subida por entre uma mata de eucaliptos, incensos (Pittosporum undulatum), acácias (Acacia sp.) e conteiras (Hedychium gardneranum).
Um pouco à frente encontram-se também vários exemplares de espadana, uma planta proveniente da Nova Zelândia que era fiada e tecida numa antiga fábrica cujas ruínas ainda se podem visitar.
Seguindo sempre a sinalética chega-se ao início de uma levada ao longo da qual o trilho prossegue. É contudo necessário ter algum cuidado porque este caminho pode encontrar-se um pouco enlameado. Ao longo da levada encontram-se numerosos exemplares de plantas endémicas como Uva da Serra (Vaccinium cylindraceum), Urze (Erica azorica), Folhado (Viburnum tinus), Tamujo (Myrsine retusa), etc.
Durante a subida existem vários locais onde se pode desfrutar de uma magnífica vista para a costa Sul de São Miguel, avistando-se Vila Franca do Campo, o seu Ilhéu e a Ribeira da Praia. Após caminhar cerca de 2km pela levada chega-se a uma zona mais aberta, com grandes encostas de ambos os lados e, caminhando mais um pouco, chega-se à margem da Lagoa do Fogo. Nesta zona é necessário algum cuidado com as gaivotas pois estas podem-se tornar muito agressivas, especialmente na época de nidificação (abril - maio).
O regresso é efectuado pelo mesmo caminho. O percurso encontra-se quase na sua totalidade dentro de uma zona classificada como Reserva Natural. É responsabilidade de todos(as) nós contribuirmos para a sua protecção, bem como assegurar a sua biodiversidade através da conservação deste habitat natural.

Ribeira do Faial da Terra -  PR11SMI



Este trilho começa na Estrada Regional entre a Povoação e a Água Retorta, logo após a ponte da Ribeira do Faial da Terra. É um percurso que se desenrola na totalidade em caminho de pé posto e tem ligação com o percurso PRC-9-SMI, Faial da Terra – Salto do Prego, podendo os caminhantes terminar no Faial da Terra.
O caminho começa ao lado da ribeira e segue durante quase metade do caminho muito perto da ribeira, podendo observar-se bonitas imagens da mesma. Após cerca de 800 m chegará a uma clareira onde se encontra um moinho de água abandonado. Nesse local, pode fazer um desvio ao leito da ribeira para observar uma ponte centenária que se encontra um pouco abaixo.
Prosseguindo o percurso, continuará numa mata de criptomérias e incenso, atravessando várias pontes de madeira sobre os pequenos riachos que alimentam a ribeira principal. É necessário algum cuidado ao atravessar as pontes, pois podem estar escorregadias devido à humidade. Neste troço irá encontrar um desvio para uma bonita queda de água designada por “Salto do Cagarrão”. O percurso continua depois por uma escadaria até chegar a uma bifurcação, onde este trilho se cruza com o PRC-9-SMI. Caso assim o queira, pode seguir por este percurso até ao Faial da Terra

Praia da Viola - PR27SMI





Este percurso tem início no Porto Novo, uma pequena baía localizada na parte este da freguesia da Maia e desenvolve-se ao longo do litoral, por um caminho de pé posto em direção à freguesia da Lomba da Maia.
Após cerca de 500 m chegará a um conjunto de “tanques” muito utilizados em tempos idos para as mulheres da freguesia lavarem as roupas.
Continuando o percurso, ao longo da descida em direção à Praia da Viola, é possível observar as antigas azenhas do Nateiro, que movidos pela força da água transformavam o trigo e o milho em farinha, usada na confeção do pão, que era a base da alimentação de inúmeras famílias da freguesia e da ilha.
A Praia da Viola é uma pequena praia, tranquila, de areia grossa, com alguns calhaus rolados, ladeada por uma falésia de onde brotam diversas nascentes de água.
Ao atravessar a Praia da Viola e na foz da ribeira do Salto é possível contemplar uma pequena cascata. Aqui deverá subir as escadas, por entre as antigas ruínas dos moinhos de água da Viola, que o levarão a um caminho de cimento. Cerca de 500 m depois, deverá tomar o caminho à direita que segue por entre uma zona de pastos e de quintas até à rua do Forno da Telha.
O percurso termina junto à Igreja da Nossa Senhora do Rosário, no centro da freguesia da Lomba da Maia.
Caso o pedestrianista pretenda poderá optar por um caminho à esquerda que o levará ao PRC 35 SMI – Moinhos da Ribeira Funda, que fica a uma distância de 1,4 km.

Pico da Vara - PRC7SMI



O percurso inicia-se num caminho que se localiza dentro de uma mata de criptomérias. Em dias de muita humidade é aconselhável seguir à direita junto às criptomérias pois o piso pode tornar-se muito escorregadio na zona central do caminho.
Depois de cerca de 1 km sempre a subir, a mata de criptomérias termina dando lugar a uma paisagem de vegetação rasteira, maioritariamente constituída por gramíneas que dão o nome ao planalto: Graminhais.
Continuando o percurso chega-se a uma bifurcação onde se deve voltar à esquerda para o Pico da Vara. A partir deste ponto começa-se a observar a costa Sul de São Miguel. Após cerca de 500m encontrará uma marca que indica o local onde caiu um avião Francês em 1949.
A partir desse ponto ficam a faltar 1 500m para chegar ao Pico da Vara. Já perto do seu destino encontrará um primeiro desvio à esquerda que indica Santo António, mas não siga por esse caminho pois ele não apresenta condições de segurança.
Visite primeiro o Pico da Vara, onde se encontra um marco geodésico, e depois inicie então a sua descida.
Este percurso passa numa Zona de protecção especial onde se pode, com alguma sorte, observar o priolo, Phyrrula murina, (ave em risco de extinção).
É responsabilidade de todos (as) nós contribuir para a sua protecção, bem como assegurar a sua biodiversidade através da conservação deste habitat natural
O acesso ao trilho está condicionado
Por favor peça a sua licença 

Pedra Queimada - Lajinha - Degredo -  PRC36 SMI


Esta rota circular tem início no Largo de Santo António, freguesia da Maia. Suba em direcção a Sul por um caminho de terra designado por Pedra Queimada e siga a sinalética até chegar à Estrada Regional.
Prossiga o caminho paralelo à estrada, apreciando a vista sobre a costa Norte, freguesia da Maia, Ponta Formosa e Ponta do Cintrão.
Continue o percurso em fase descendente, pelo caminho da Lajinha, por entre campos agrícolas até chegar novamente à estrada - Rua do Rosário -  com a fonte Velha à sua direita (água de nascente).
Continue em direção ao centro até chegar à zona balnear do Calhau da Areia – ligação com o PR 27 SMI Praia da Viola. Siga a sinalética passando pelo miradouro de Melo Nunes onde é possível aceder à zona de calhau. O percurso continua junto à costa passando pelo miradouro do Frade. Ao longo do caminho irá passar a ETAR e a ponte sobre a Ribeira da Cruz. Mais à frente existe um desvio à direita que dá acesso às piscinas naturais.
Continue pelo caminho de terra até à estrada regional e vire à esquerda em direção ao interior da freguesia. Ao longo da estrada existem alguns pontos de interesse como o Museu do Tabaco da Maia e o Solar de Lalém. Continue a caminhada até chegar ao ponto inicial.

Padrão das Alminhas - Salto da Farinha - PR21SMI



Esta rota linear em Nordeste, liga as freguesias da Achadinha à Salga, passando por locais de enorme beleza natural e de grande importância histórica.
Inicie o percurso junto ao Padrão histórico das Alminhas, monumento que assinala o desembarque das forças liberais vindas da ilha Terceira, em Agosto de 1831, no contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834). Siga pela estrada em direção à costa, passando pela Casa da Cultura João Melo. Ao longo da descida aprecie a vista sobre orla costeira.
Vire à esquerda por um caminho de terra paralelo a uma levada que antigamente abastecia uma azenha. Nesta zona conhecida por Risco aproveite para explorar o espaço, das cascatas até à praia. De volta ao percurso, suba ao longo da encosta até à primeira bifurcação onde deverá seguir à esquerda, optando de igual modo nos restantes cruzamentos. Ao longo desta volta irá passar pelo Poço Azul, onde pode aproveitar para se refrescar e seguidamente pela Ponte de Nosso Senhor. Chegando, de novo, à primeira bifurcação, continue à esquerda, em direção ao Salto da Farinha (Salga) até chegar à estrada onde deverá seguir à direita.
Acompanhe a curva e vire à direita por um trilho que desce para o Salto da Farinha, uma queda de água com cerca de 40 metros de altura que antigamente auxiliava na moagem de cereais. Passe ao lado da cascata até uma zona de merendas e faça o desvio à esquerda para a base deste curso de água. O percurso termina no parque de estacionamento. Aproveite para se refrescar nesta zona balnear com acesso ao mar, ou na pequena piscina junto aos sanitários. No topo da subida encontra-se o miradouro do Salto da Farinha de onde é possível ver a cascata bem como a costa Norte da ilha.

Moinhos da Ribeira Funda - PRC35SMI




Esta pequena rota circular inicia e termina na Ribeira Funda (Fenais da Ajuda), junto à Ermida da Nossa Senhora da Aflição. Como principais pontos de interesse deste percurso, destacam-se os vestígios de um aglomerado de moinhos de água, várias quedas de água na parte terminal da Ribeira Funda e amplas panorâmicas sobre a costa Oeste e Este da ilha de S. Miguel.
O percurso inicialmente é feito por asfalto (150m) e após cerca de 500 metros deverá virar à esquerda para uma pastagem. A passagem por este pasto deve ser feita o mais próximo do canavial do lado esquerdo. Aconselha-se os visitantes a terem cuidado e respeito pelos animais que possam estar no local. Ao chegar a uma bifurcação deverá tomar o caminho à esquerda e descer em direcção à ribeira, onde contornará as ruínas de uma antiga levada pelo lado esquerdo. Neste local encontrará os primeiros moinhos de água. Após este desvio, deverá subir e retomar o caminho à esquerda.
O trilho prossegue ao longo da margem direita da Ribeira Funda até chegar junto ao leito da ribeira onde deverá atravessar para a outra margem onde poderá observar mais um aglomerado de moinhos de água.
Aqui existe um desvio que vai ligar ao PR27 SMI Praia da Viola.
Ao voltar à margem direita da ribeira o trilho prossegue em direcção à foz, pela chamada “Rocha do Padre do Norte”, Há que ter um especial cuidado nesta parte do percurso, principalmente as pessoas que sofrem de vertigens. Ao chegar ao topo da rocha, o trilho prossegue por um caminho de terra batida que irá ter ao ponto de partida. 

Grená - Pico do Ferro - PRC22SMI



Esta rota circular, com 6,2 km, desenvolve-se ao longo de pastagens naturalizadas e reconvertidas em zonas de floresta, passando pela lagoa e zona das caldeiras, onde é feito o tradicional Cozido das Furnas.
O percurso tem início no miradouro do Pico do Ferro, com vista sobre a lagoa e o vale das Furnas. Desça pela estrada a norte e vire à esquerda transpondo um portão que dá acesso a um caminho de terra batida. Ao fim de 600 metros vire à direita por uma ponte ladeada de Criptomérias (Criptomeria japonica) que dá acesso à “Floresta Encantada” um mosaico florestal que concilia a produção arbórea com a conservação da natureza. Neste local existe um atalho que liga o percurso diretamente à Grená.
Siga a sinalética ao longo de uma área de antigas pastagens agrícolas, onde estão a ser desenvolvidos vários projetos de investigação, de proteção, recuperação ecológica e paisagística da bacia hidrográfica da lagoa das Furnas. Nesta fase é possível observar uma enorme diversificação da flora endémica e nativa dos Açores, como o Folhado (Viburnum treleasei), o Louro (Laurus azorica), a Urze (Erica azorica), a Queiró (Calluna vulgaris), assim como alguma da avifauna natural do arquipélago, como o Milhafre (Buteo buteo rothschildi), o Tentilhão (Fingilla coelebs moreletti) e a Estrelinha (Regulus regulus azoricus).
Antes da descida para a lagoa, ao longo da cordilheira, existem vários pontos com amplas vistas sobre a Lagoa das Furnas, onde pode aproveitar para descansar. A descida da cumeeira desenvolve-se por uma mata de Criptoméria, onde se podem encontrar algumas espécies exóticas como o Incenso (Pittosporum undulatum), a Conteira (Hedychium gardneranum) e o Feto-arbóreo (Cyathea cooperi).
Antes da lagoa, encontram-se as ruínas da propriedade da Grená, uma antiga casa senhorial, atualmente na posse do Governo Regional dos Açores. No fim da descida existe uma escultura em madeira de um caminhante, onde deverá virar à esquerda em direção às caldeiras da lagoa das Furnas. Neste local existe uma ligação, à direita, com o PRC 06 SMI – Lagoa das Furnas.
Prossiga até à zona das caldeiras, local onde é cozinhado o tradicional Cozido à Portuguesa com recurso ao calor interno do vulcão das Furnas. Continue o percurso, passando uma área de piqueniques e vire à esquerda, em direção o Pico do Ferro.
Na subida existe um troço que passa dentro de uma linha de água onde o piso pode estar escorregadio, pelo que se recomenda especial atenção. No final aproveite para descansar e apreciar a vista do local onde começou a caminhada.

Furnas  - RC6SMI



Este percurso inicia e termina na Freguesia das Furnas e tem a duração aproximada de 3h.
O percurso começa nas Três Bicas e passa por dentro da localidade até que se começa a subir por uma estrada alcatroada que dá acesso à Lagoa das Furnas.
Seguindo atentamente a sinalética chegará às Caldeiras da Lagoa cerca de 2,5 km após o início do percurso. Nessa zona encontram-se frequentemente turistas a observar os habitantes locais que aproveitam a elevada temperatura do solo para fazerem cozinhados tradicionais.
De seguida o percurso segue sempre junto à Margem da Lagoa, contornando-a através de um caminho de terra batida muito acessível. Após caminhar cerca de 3 km encontrará a Ermida Nossa Senhora das Vitórias, construída no século XIX em estilo Gótico.
Continue depois na berma da estrada regional em calçada de pedra cerca de 1,5 km até que encontrará um desvio à sua direita que desce para a Freguesia das Furnas. Seguindo sempre por esse caminho chegará ao final do trilho cerca de 30min depois. 

Fenais da Ajuda - Lomba de São Pedro 
PRC34SMI



Esta pequena rota circular tem início no centro da localidade dos Fenais da Ajuda, perto da Junta de Freguesia. Desça a rua alcatroada passando pela Igreja de Nossa Senhora da Ajuda e, ao chegar ao tanque, siga pelo caminho de terra à esquerda.
Ao longo deste caminho de acesso a pastagens e terrenos de cultivo passará por uma zona de merendas e um pouco mais à frente por um miradouro com vista para a parte Nordeste da ilha. Desça até ao porto de pesca, desativado nos dias de hoje devido ao seu isolamento e pequena dimensão.
Suba pela rocha até encontrar um caminho de terra e, no cruzamento, siga pela esquerda em direção ao Miradouro da Rocha. Desça até à cascata da Ribeira da Salga e, no retorno, vire à esquerda por um caminho de terra ladeado por Urze (Erica azorica), vegetação endémica dos Açores. O caminho sobe por uma mata de Incenso (Pittosporum undulatum) e Acácia (Acacia melanoxylon), passando por terrenos de cultivo e acaba na estrada regional onde deverá virar à direita.
Atravesse a Lomba de Baixo passando por vários fontanários, usados no passado para abastecer água à população. Após cruzar a Igreja de São Pedro, ao chegar a um cruzamento, siga em frente por um caminho agrícola que dá lugar a uma mata de Criptoméria (Cryptomeria japonica) e Acácia (Acacia melanoxylon). Desça até ao leito da Ribeira do Mato, atravesse a ponte, e volte a subir até chegar ao local onde iniciou o percurso.

Caldeiras da Ribeira Grande - Salto do Cabrito 
PRC29SMI



O percurso pedestre do Salto do Cabrito é uma pequena rota circular com início/fim na zona das Caldeiras da Ribeira Grande. Neste local pode desfrutar das caldeiras, da zona de recreio, bem como das instalações de banhos e restauração aí existentes.
Dê início ao percurso descendo a estrada alcatroada até chegar ao entroncamento e siga à esquerda na direcção das Lombadas/Monte Escuro, até encontrar uma conduta.
Siga a estrada alcatroada, cerca de 100 metros, e encontrará à sua direita uma corrente que deverá transpor e seguir ao longo do caminho, para ter acesso à Barragem da Fajã do Redondo.
Faça o mesmo caminho de retorno até à mesma conduta e siga agora pelo caminho de terra batida que se encontra à sua frente. Cerca de 500 metros à frente, deverá virar à esquerda, contornando um portão (fechado) pela sua esquerda. Este caminho descendente, ladeado por criptomérias, levar-lhe-á à Central Hidroeléctrica da Fajã do Redondo, actualmente desativada, podendo ser visitada mediante marcação com a EDA Renováveis.
Neste local terá de atravessar a ribeira, subindo as escadas que dão acesso a uma passadeira metálica. O trilho prossegue ao longo do passadiço até encontrar uma escadaria íngreme que o levará até à Central Hidroeléctrica do Salto do Cabrito. Chegando aqui, terá de contornar o edifício pela sua direita de forma a poder contemplar a cascata que dá nome à central.
De costas para a cascata, continue a caminhada, subindo até chegar a uma estrada asfaltada. Volte à direita, seguindo pela berma, passará pelo bar “Lagoa do Fogo” e pela Central Geotérmica do Pico Vermelho. Antes do entroncamento à esquerda, encontrará um desvio à direita, em terra batida, pelo qual deverá seguir. Aqui terá de transpor duas ribeiras, a segunda de maior caudal, sendo aconselhável fazer a travessia descalço.
Mais à frente irá encontrar uma bifurcação, siga pela direita, cortando na primeira à esquerda. Acompanhe a sinalética até encontrar um caminho em pedra de calçada onde deverá virar de novo à direita de volta às Caldeiras da Ribeira Grande.

Atalho dos Vermelhos - PRC33SMI



Este percurso pedestre é uma pequena rota circular que começa e termina no lugar do João Bom, freguesia do Pilar da Bretanha. O percurso inicia-se na estrada regional, em frente ao café “O Lavrador” e segue pela rua situada em frente ao café, desce cerca de 80m, e vira à esquerda para uma rua onde se encontra um minimercado onde poderá comprar mantimentos para realizar o percurso. Continuando em frente, irá encontrar uma Ermida à esquerda e, pouco depois, um caminho à direita designado por “Rua da Relvinha”. Entre nesse caminho e siga sempre em frente, em direção à zona costeira. Após cerca de 600 m encontrará um pasto à sua esquerda e, atravessando-o, entrará num caminho de pé posto que segue ao longo da falésia. Neste caminho encontram-se diversas espécies da flora endémica, sendo de salientar a Urze, o Tamujo, o Pau branco, a Malfurada e a Erva-leiteira. A avifauna neste troço também é muito rica, justificando a classificação de “Zona Importante para Aves” (IBA), sendo possível observar Milhafres, 
Pintassilgos, Pombos-da-rocha, Pombos torcazes, Tentilhões e Garajaus nas zonas mais próximas do mar. O atalho de pé posto termina numa zona de captação de água, onde poderá aproveitar para descansar um pouco e apreciar calmamente a bela vista sobre a costa. Após passar esta zona, irá entrar num caminho de terra batida que sobe lentamente em direção ao João Bom. Neste troço, olhando para trás, poderá avistar a costa da Bretanha, assim como várias colónias de garajaus junto ao mar. Continuando o percurso chegará a uma bifurcação em que deverá virar à esquerda. O caminho à direita dá acesso à freguesia dos Mosteiros. Prosseguindo em frente, irá contornar o Pico de Mafra como se pode observar no mapa, e seguirá o restante percurso num caminho de terra batida até ao ponto inicial do percurso. Consulte o mapa do percurso pedestre e faça download do trilho 

Mata do Canário - Sete Cidades - PR4SMI
Este trilho está fechado por motivos de segurança





Este percurso tem início nas imediações da Mata do Canário, na zona oeste da ilha.
Comece por descer o caminho de terra batida até atingir o asfalto. Vire à esquerda e prossiga por 300m junto ao Aqueduto até ao Muro das Nove Janelas.
Siga pela esquerda, no caminho de terra batida, por entre as criptomérias. Um pouco depois, suba a ladeira até atingir o primeiro miradouro para as Lagoas das Sete Cidades, no Pico da Cruz.
A partir daqui, siga pelo caminho que contorna a Lagoa Azul. 8 km depois, irá encontrar a informação de desvio de 1,2 km para as Sete Cidades. Vire à esquerda e, logo de seguida, irá dar início à descida em direção às Sete Cidades. Nesta zona do percurso é necessário algum cuidado, devido ao piso escorregadio e com um grau elevado de inclinação.
Ao chegar às Sete Cidades, vire à direita na ponte e siga por 500m até à igreja, ponto final do percurso.

Serra Devassa - PRC5SMI



Esta pequena rota circular começa e termina em frente à Lagoa do Canário e tem a duração total de cerca de 2h.
O percurso começa subindo suavemente, contorna uma pequena zona pantanosa e depois sobe mais abruptamente até chegar a um marco geodésico, que assinala o ponto mais alto do trilho. Ao longo desta subida poderá observar, à sua esquerda, o Muro das Nove Janelas, um antigo aqueduto que transportava água para Ponta Delgada, e a Lagoa do Pau Pique, localizada no centro de um pequeno cone vulcânico.
Chegando ao fim da subida, poderá observar a Lagoa do Éguas à esquerda e uma pequena lagoa circular à direita. Um pouco à frente, encontrará um pequeno desvio para um miradouro onde se pode observar as duas lagoas já referidas à esquerda, bem como a Lagoa Rasa à direita.
De seguida, o caminho desce até à margem da Lagoa Rasa, que assinala o ponto intermédio do percurso. Prossiga, contornando a lagoa e, pouco depois, entre na mata de criptomérias que o levará de volta ao ponto de início do percurso.
Este percurso desenrola-se numa zona de altitudes compreendidas entre os 750m e os 900m, sendo por isso aconselhável de o percorrer em dias de boa visibilidade.

Rocha da Relva -  PRC20SMI







Este percurso inicia e termina junto ao parque de estacionamento utilizado pelos visitantes da Rocha da Relva tem a duração de cerca de 2h30m. A descida para a Rocha de Relva realiza-se através um estreito atalho escavado na falésia. É um percurso fácil de realizar, não apresentando situações de maior risco.
Pouco tempo depois do início do percurso chegará a uma bifurcação, onde poderá optar por virar à esquerda para visitar primeiro a Rocha do Cascalho, antes de continuar a descida para a Rocha da Relva.
Durante o resto da descida não existe qualquer caminho sem ser o principal que o levará à Rocha de Relva, uma fajã detrítica como existem muitas na Ilha de São Jorge mas uma das poucas de São Miguel. Já na Fajã poderá observar o grande número de adegas existentes, consequência do microclima que favorece o desenvolvimento das vinhas, assim como figueiras e hortícolas. Chama-se a atenção aos pedestrianistas para não apanharem frutas ou hortícolas durante a caminhada.

Lomba D’El Rei -  PRC 38 SMI



O percurso tem início junto à igreja de N.ª S.ª do Rosário, situada no centro da freguesia. Contorne a igreja pelo lado esquerdo e, ao fim de 300 metros, vire à esquerda por um caminho de terra batida, voltando de seguida à direita, para a encosta do Moio de Baixo. Aqui irá subir por um trilho, ladeado de vegetação composta maioritariamente por Canas (Arundo donax), Faia da Terra (Morella faya) e a endémica Urze (Erica azorica).
Chegando a uma das zonas mais elevada deste percurso, é possível desfrutar da vista para a freguesia dos Fenais da Ajuda, a Oeste e a Freguesia da Achada a Este.
Continue a andar, passando por terras de lavradio, até encontrar um desvio à esquerda que começa a descer até à foz da ribeira do Lenho. Ao longo desta descida, a vegetação predominante é composta por Incenso (Pittosporum undulatum), Fetos (Athyrium filix femina) e, junto à ribeira, Urze (Erica azorica).
Atravesse o curso de água e continue por uma estrada de asfalto, com a ribeira do seu lado direito. Ao fim de uma ligeira subida o caminho continua à direita, local onde se encontram as ribeiras do Lenho e Caldeirões, onde vai poder disfrutar das ruínas de uma azenha e ficar junto à base de uma das pontes mais elevadas da via-rápida do Nordeste. 
Daqui o caminho prossegue por entre uma mata de Criptomérias (Cryptomeria japónica), até chegar ao topo da Lomba D’El Rei, onde deverá entrar num caminho asfaltado que irá passar por cima da via-rápida do Nordeste. Após transpor a via rápida, vire à esquerda por um atalho que passa a antiga Fonte Velha e diversos tanques de água que outrora serviram os habitantes locais.
Prossiga a caminhada por um caminho de terra batida que irá conduzi-lo ao jardim da Eira Velha, atual Rua Formosa, que desce até à igreja onde demos início ao percurso.

Rota da Água - Janela do Inferno 
Lagoa






Esta pequena rota circular tem início no parque de merendas do lugar dos Remédios, concelho da Lagoa.
Este percurso tem vários túneis ao longo da sua extensão, pelo que é aconselhável o uso de uma lanterna na sua transposição. Antes de iniciar o percurso, certifique-se que está devidamente equipado.
Siga as indicações ao longo da estrada que sobe para a Lagoa do Fogo, virando à direita para um caminho de cimento que dá acesso a vários pastos agrícolas. Continue até encontrar uma viragem à direita para um caminho de terra em direcção a Sul, entre o Pico da Mariana e o Pico da Cova.
Ao chegar a um cruzamento, deverá tomar o caminho à direita e posteriormente à esquerda, passando pelo interior de um pasto. Ao longo do percurso é necessária especial atenção para a presença de animais que não deverão ser incomodados.
O percurso segue por um antigo aqueduto, sob a forma de túnel, com cerca de 50 m de comprimento. Daqui o trilho desenvolve-se ao longo da Ribeira Seca, atravessando uma série de imponentes aquedutos que serviam no passado a antiga Fábrica do Álcool da Lagoa e atualmente fazem o abastecimento público de água ao concelho.
Um pouco depois irá chegar a um local de interesse – Janela do Inferno – uma parede vertical, rica em nascentes e onde é possível observar uma cavidade, criada pela poder erosivo da água. Na base existe um charco natural, onde é possível observar Tritões (Triturus cristatus) em várias fases do seu ciclo de vida (larvas aquáticas, juvenis e adustos). Aproveite para apreciar a beleza deste lugar e retemperar as forças.
Faça o percurso no sentido inverso, ao longo da margem esquerda da Ribeira Seca, chegando a outro túnel escavado na terra, que facilita a passagem da água ao nível do solo. Após atravessar o túnel o caminho segue por entre pastos agrícolas de volta ao ponto inicial. Ao longo deste percurso desfrute das amplas vistas sob o concelho da Lagoa e de Ponta Delgada.


Ilha do Pico 

Ladeira dos Moinhos - Pico PRC8PIC





Santana – Lajido -  PR10PIC



Este percurso tem início junto à estrada regional, na fronteira entre as freguesias de Santana e São Vicente Ferreira.
Antes de dar início ao trilho, pode visitar a vigia da baleia, percorrendo a canada de acesso, à esquerda.
Inicie o percurso no atalho entre duas casas, para montante. 700m depois, vire à direita no asfalto e, um pouco depois, dará início à descida em direção à Baía do Gasparal, por entre pomares e curraletas de vinha.
Ao chegar à Baía, depois de passar o poço de maré, siga à direita das casas, junto ao mar, em direção à Ponta Negra. O caminho evolui de uma vereda entre incensos (Pittosporum undulatum) e urzes (Erica azorica) para um atalho em laje basáltica.
Depois de passar o conjunto de casas do Cabrito, vire à direita e siga até à Ermida de São Mateus. Posteriormente, no asfalto, vire à direita e prossiga em direção ao Lajido, atravessando o povoado dos Arcos.
O percurso termina no centro do Lajido, junto ao Centro Interpretativo da Paisagem da Cultura da Vinha e do poço de maré adjacente

Quintas e Ribeiras - PR17PIC
Este trilho está fechado por motivos de segurança



O trilho “Quintas e Ribeiras” começa na Estrada Regional, na Ribeira Seca.
Siga pela estrada de asfalto, e desça junto à escola velha até às Pontes por uma antiga canada utilizada para o transporte da uva.
No final da canada vire à direita e entre num caminho de terra. Nesta zona pode desfrutar de uma vista única sobre a zona costeira da Aguada. Siga sempre junto ao mar pela Rua dos Salgueiros. No final, suba a escadaria até à intersecção do caminho e vire à esquerda. De seguida, suba a canada ao lado da última adega em direcção às Pontas Negras.
Siga em frente até encontrar uma placa de indicação do Caminho do Bravo, por onde deverá seguir. Este troço do percurso, com cerca de 1200 m reveste-se de uma grande importância, dado que é uma zona onde encontra pontualmente espécies endémicas.
Siga as indicações de volta à Estrada Regional, e siga pela esquerda. Um pouco mais adiante, encontra uma pequena canada que nos leva até uma vigia desactivada, que antigamente era utilizada na detecção de baleias, no período da baleação.
Depois da visita à vigia vire um pouco mais à frente à esquerda no Caminho Velho. Terminado o antigo caminho, desça em direcção ao centro de Santa Cruz, onde podemos admirar o poço de maré integrado nas obras do melhoramento do porto antigo, destruído pelo Ciclone de 1946.
Vire à direita na Rua Dr. Freitas Pimentel e suba até à Rua dos Moinhos. Nesta rua encontrará uma ponte de pedra que resiste ao passar dos anos. No final deste caminho, ao chegar à Estrada Regional, vire à esquerda e entre na Canada do Mar, que nos leva de novo até Santa Cruz das Ribeiras.
Siga pelo caminho em frente (Biscoitos), que o levará numa estrada de terra junto ao mar até Santa Bárbara. Suba o acesso e vire à esquerda, entrando de seguida na canada à direita. Siga esta canada, que o leva até à estrada, onde deverá virar à direita.
Ao chegar à Estrada Regional encontra um talho à sua direita. Siga pela estrada em frente e vire à direita até entrar numa zona de terra batida. Um pouco depois vire à direita, atravesse uma pastagem na diagonal e siga por uma canada. Na primeira bifurcação, junto uma casa de pedra, siga pela esquerda.
Ao chegar à estrada vire à direita e 600 metros à frente volte à esquerda, atravesse a Estrada Regional e entre na “Canada da Escola”.
No final da canada vire à esquerda e siga rumo ao centro das Ribeiras. 


Prainha do Norte - PRC9PIC



Este percurso local circular começa e termina no Jardim central da Prainha do Norte.
Começamos a subir uma canada por entre pequenos campos agrícolas até chegar a um túnel que nos leva ao “Caminho da Ribeira de Nossa Senhora”, um conjunto de casas, muitas delas abandonadas, localizadas do outro lado da ribeira que acompanha o caminho. Para atravessar a ribeira foram construídas pontes em pedra de rara beleza, que dão acesso às primeiras habitações construídas na zona e, consideradas hoje, Património imóvel da Ilha do Pico.
Continuamos por pequenas canadas e descemos até à Baía da Areia, onde encontramos a única praia de areia da ilha, que deu o nome à Freguesia. Também neste local existe a casa do fio, construção que deu apoio ao funcionamento de um cabo de telecomunicações submarino que tinha um papel fundamental nas ligações transatlânticas.
A partir deste ponto o percurso desenvolve-se ao longo da costa e passa pela Ermida de São Pedro até à zona balnear, constituída por uma piscina natural entre rochas basálticas.
Mais à frente, antes de retornar, podemos observar a bela Rocha do Galo, furada devido à erosão marítima.
Falta apenas percorrer o último troço dentro da Freguesia, até ao ponto onde iniciámos o percurso.


Porto Calhau - Manhenha, Ponta da Ilha - PR3PIC



Este percurso tem início no Porto do Calhau, na freguesia da Piedade, zona este da ilha.
Comece por subir no asfalto, por 200m, e vire à esquerda, pelo caminho que passa pela Ermida de Nossa Senhora de Cima da Rocha, de 1854.
Posteriormente, siga as marcações no terreno durante aproximadamente 2 km, por atalhos entre vinhas e antigas casas de apoio à cultura da vinha.
Em seguida, siga junto ao mar, sobre as lajes de pedra basáltica, num piso muito irregular. Aproximadamente 1,5 km depois, suba a escadaria e siga na canada de bagacina até chegar ao casario de Engrade. Aqui tem a hipótese de seguir diretamente para a Manhenha ou continuar o percurso, pela esquerda.
Caso opte por ir diretamente para a Manhenha, siga no troço em asfalto até ao farol.
Caso contrário, siga pela esquerda, no atalho que contorna algumas baías, até ao farol da Manhenha, que deve ser contornado pela esquerda.
Ao chegar ao asfalto, prossiga por 700m até ao Porto da Manhenha, onde termina o percurso .


Nove Canadas da Ribeirinha - PR18PIC



Este percurso tem início junto à estrada regional, no lugar da Terra Alta, freguesia da Ribeirinha.
Comece por descer a canada, ladeada por incensos (Pittosporum undulatum), faias da terra (Morella faya), louros (Laurus azorica) e azevinhos (Ilex azorica subsp. azorica). Cerca de 1 Km depois, chega ao asfalto, com a possibilidade de efetuar um desvio para o miradouro do Alto dos Cedros, onde é possível avistar parte da costa Norte do Pico e a ilha de São Jorge.
A partir daqui, o percurso desenvolve-se nas várias canadas da freguesia, passando pelo centro, até chegar ao porto da Baixa.
Siga no caminho junto ao mar por 1 km. Ao chegar perto de uma casa, vire à esquerda para um atalho de pé posto e, logo de seguida, vire à direita para uma vereda estreita por entre as urzes (Erica azorica), que o irá conduzir até uma estrada.
Siga à esquerda por 400m e vire à esquerda na vereda que desce em direção à Ponta das Trombetas.
Vire à direita e percorra os últimos metros do percurso em lajes de pedra, até chegar ao Porto do Calhau

Mistérios do Sul do Pico -  PR15PIC



O trilho “Mistérios do Sul do Pico” inicia-se no Parque Florestal de São João, passando por dois Mistérios (São João e Silveira). A denominação “Mistérios” refere-se aos campos de lava decorrentes das erupções históricas que ocorreram nas ilhas, para as quais os habitantes não tinham justificação, sendo por isso mistérios da Natureza.
Siga pelo caminho de terra batida à direita da zona dos churrascos. Entre logo a seguir no caminho de terra à esquerda. Este caminho leva-o ao poço de maré da Baía do Arruda (à esquerda).
Siga por este caminho e encontrará a zona de lazer e balnear da Ponta do Admouro. Desça a escadaria de pedra até à zona de lazer e volte à estrada, pelo acesso principal, seguindo pela direita.
Mais à frente encontra o poço de maré do Verdoso. Desça a escadaria e, para além do poço de maré, pode usufruir de um acesso ao mar. Volte novamente ao caminho, e siga até à zona balnear das Arinhas.
Mais à frente encontra a Casa do Pico e o Museu do Queijo do Pico, propriedades do Alvião.
Siga pela estrada da direita, onde encontrará a Igreja de São João e a capela do Império do Espírito Santo. Continue sempre no caminho junto ao mar, seguindo pelo Caminho Velho (de pé-posto), que o leva ao Moinho da Ponta Rasa.
Siga pela direita, na direcção das Lajes. Mais à frente, entre no caminho de terra à direita. Esta zona denomina-se Mistério da Silveira, consequência da erupção vulcânica de 1720.
Siga pela estrada de terra batida, entrando numa vereda de costa. Volte à estrada e, mais à frente, encontrará a zona balnear da Fonte. Este local é amplamente reconhecido pelas características únicas da água que dali brota.
Continue o percurso pelo caminho junto ao mar, onde encontrará o poço de maré do Rego, bem como uma pequena zona de lazer. Depois de passar um aldeamento turístico, faça um desvio para percorrer a Canada Pau Rodrigues.

Ao chegar à Estrada Regional, vire à direita e termine o trilho junto à Capela do Espírito Santo, erguida em 1723, no seguimento de uma promessa feita para que a erupção vulcânica de 1720 não atingisse o lugar da Silveira

Lagoa do Capitão - PR13PIC


Este percurso tem início no Planalto Central da ilha, junto à Estrada Transversal.
Inicie o percurso num troço de asfalto que o irá conduzir até à Lagoa do Capitão. Depois de visitar a Lagoa, volte atrás e siga no caminho de terra batida à direita. Este caminho é ladeado por várias espécies endémicas, com destaque para os cedros do mato (Juniperus brevifolia), com grandes dimensões.
Ao quilómetro 3 tem a possibilidade de contornar parcialmente o Cabeço do Piquinho, com a finalidade de obter uma vista sobre a costa Norte da ilha.
Volte atrás e continue a descer no caminho de bagacina, durante 400m, virando à direita para a pastagem. Siga as marcações e entrará num atalho entre a vegetação endémica.
Um pouco depois, comece a descer a encosta, no atalho que se torna empedrado e com maior inclinação. À medida que a altitude diminui, a vegetação evolui para matas de incensos.
Ao sair da vegetação, tem a possibilidade de efetuar um desvio à direita para o parque de merendas e um antigo depósito de água.
Em seguida, prossiga a descida em direção ao Cais do Pico, que alterna troços de asfalto e de terra batida, até chegar ao Convento de São Pedro de Alcântara, ponto final do percurso.

Caminho dos Burros -  PR2PIC



Este percurso tem início junto ao Caminho das Lagoas, no Planalto Central da ilha.
Depois de percorrer 500m na canada de terra batida, vire à direita para um atalho entre a vegetação endémica, junto aos Cabeços do Mistério. Cerca de 1 km depois, dará início à descida, por um atalho mais estreito, onde o tamanho da vegetação aumenta. De notar a presença de uma importante bolsa da endémica Euphorbia stygiana e de grandes manchas de Sphagnum.
Ao atingir a estrada, vire à direita e, um pouco depois, vire à esquerda para a canada de bagacina. Um pouco mais adiante tem a opção de seguir para São Miguel Arcanjo ou para a Baía de Canas. O troço para São Miguel Arcanjo desenvolve-se em terra batida, durante aproximadamente 3 km.
Caso escolha o desvio para a Baía de Canas, cerca de 1,7 km depois, vire à esquerda na vereda de incensos (Pittosporum undulatum), acácias (Acacia sp.) e louros (Laurus azorica) que o irá guiar até ao Parque Florestal da Prainha. A partir daqui, siga as marcações e prossiga nos atalhos de terra batida/pedras soltas, até chegar ao ponto final do percurso – a Baía de Canas. 

Caminhos de Santa Luzia - PR1PIC



Este trilho começa junto à Miraguaia (Santa Luzia), termina na Igreja de Santa Luzia e tem a duração total de 3h.
Inicia-se descendo em direcção ao mar por um percurso que atravessa a paisagem de cultura da vinha, Património Mundial da Unesco, até ao Lajido. Durante o percurso podem observar-se com frequência “rilheiros”, rastos na lava das carroças que faziam o transporte do vinho.
No Lajido, vale a pena visitar o museu e também observar as diversas formações geológicas existentes no local.
O caminho continua depois por uma subida, passando pelo Forno dos Frades, outro lugar curioso a merecer atenção. Cerca de 3km depois de começar a subir, atingirá a estrada regional, por onde o trilho segue, à esquerda, durante aproximadamente 500m, até à igreja de Santa Luzia.
Junto à Igreja deve seguir à direita de acordo com a sinalização. O trilho prossegue em terra batida, por entre matas de pau branco (Picconia azorica), urze (Erica azorica) e incenso (Pittosporum undulatum), entre outros. Como se pode observar no mapa, esta segunda parte do percurso é circular e termina na Igreja de Santa Luzia, por onde passaram anteriormente.
O trilho atravessa uma Zona de Paisagem Protegida.
Pede-se aos caminhantes que não apanhem fruta em nenhuma parte do percurso

Caminho das Voltas - PR7PIC



Esta pequena rota linear inicia-se junto ao miradouro da Terra Alta, localizado entre as Freguesias da Ribeirinha e de Santo Amaro, e termina no centro de Santo Amaro.
Começamos a descer por um caminho de pé posto, através de uma mata onde o incenso é a espécie predominante. Ao longo do caminho vamos encontrando vestígios de currais de vinhas e pequenas pontes em pedra talhada, indicando a importância deste caminho que, outrora, constituía a principal via de ligação à Ponta da Ilha.
Saindo desta floresta, entramos agora numa zona de pequenos campos agrícolas, cada vez mais dominados pela típica viticultura de pequena escala da ilha do Pico. Nesta zona, à esquerda, irá encontrar uma casa abandonada que, em tempos, foi uma pequena fábrica de manteiga local que ainda conserva no seu interior os equipamentos de fabrico.
Ao aproximarmo-nos da zona costeira, fazemos um pequeno desvio à Baía do Canto, uma pequena zona de lazer junto ao mar, envolta em adegas locais.
Voltando ao caminho principal, seguimos sempre perto da costa através de uma estrada de alcatrão, em direcção ao centro de Santo Amaro. Passamos ainda pelo Parque da Furada, uma zona de piqueniques e, já em Santo Amaro (antigo centro da construção naval do arquipélago), poderá visitar o Museu Marítimo de Construção Naval e a Escola de Artesanato.

Caminho das Lagoas - PR19PIC




O Trilho das Lagoas é uma viagem pelo interior da ilha, no seu estado mais puro. O percurso inicia-se na Estrada Transversal, junto a uma casa dos Serviços Florestais, e termina na freguesia da Ribeirinha.
Ao longo do percurso terá oportunidade de descobrir as Lagoas do Caiado, Lagoa Seca, Lagoas do Peixinho, Lagoa do Paúl, e outras mais. Passará também em zonas de pastagem de altitude.
O percurso é ainda enriquecido com a passagem pela Reserva Natural do Caveiro.
Nesta zona encontrará turfeiras altas e activas e turfeiras de cobertura (Sphagnum sp., Eleocharis multicaulis e Juncus sp.), Azevinho (Ilex perado ssp.azorica) e Cedro-do-Mato (Juniperus brevifolia). Ao nível da fauna, encontrará estrelinhas (Regulus regulus inermis), Melro-preto (Turdus merula azorensis), galinholas (Scolopax rusticola), entre outras. 
Em dias de boa visibilidade, consegue avistar as ilhas de São Jorge e Terceira. Este percurso não é recomendado em dias de nevoeiro. Consulte o mapa do percurso pedestre e faça download do trilho GPS.

Calheta do Nesquim - PRC11PIC


Esta pequena rota circular começa e termina em frente à Igreja da Calheta do Nesquim, freguesia com uma rica tradição na história da baleação Açoriana. Aqui, poderão visitar a casa dos botes baleeiros, transformada em museu local de elevado interesse. O percurso faz-se no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e apresenta um pequeno desvio para o porto da Feiteira, uma zona de lazer e piscinas naturais
Após desfrutar deste magnífico local siga a sinalética e iniciará uma subida ao longo de uma canada estreita, até chegar à estrada regional. Aí, siga à sua direita e, logo depois, vire à esquerda continuando a subir até à Rua dos Fetais. Aí siga para Oeste onde poderá desfrutar de uma vista deslumbrante para a Pedra Aguda e para o Cabeço do Silvado (formação geológica).
Na descida para o centro da freguesia, irá passar por canadas cobertas por incensos e, já perto do mar, entrará num caminho entre vinhas e passará por uma vigia de observação de Baleias em direção ao mar.
Na zona costeira, encontrará outra zona balnear chamada Poça das Mujas. Finalmente, seguimos junto do Moinho do Mourricão até à Igreja, ponto final deste percurso.


Vinhas da Criação Velha - Pico PR5PIC



Este trilho começa no Porto do Calhau, termina na Areia Larga e tem a duração de cerca de 2 horas.
No início segue junto à linha de costa durante cerca de 1km, até chegar a um monte, que deve ser contornado pela direita. Depois, junto ao cruzamento que se segue, entra pelas vinhas e segue até ao moinho assinalado, um miradouro de onde se tem uma visão panorâmica dos currais das vinhas.
Neste trilho pode apreciar-se uma boa perspectiva dos ilhéus “em pé e deitado”, também designados ilhéus da Madalena.
Na área das vinhas deve seguir atentamente as indicações dos sinais. Quando sair dessa zona estará novamente junto ao mar, por onde o trilho continua até terminar na Areia Larga.
Durante o percurso, sempre que encontrar os sinais próprios deve procurar os “rilheiros”, rastos das carroças que faziam o transporte das pipas de vinho. Nesses casos, sempre que se afastar do trilho, deve voltar depois ao trilho principal.
Pede-se aos caminhantes que não apanhem fruta em nenhuma parte do percurso.



Ilha do Faial 


Faial Costa a Costa



Este trilho transporta-nos para a idade da formação da ilha, passando por cones vulcânicos, crateras, furnas e algares, locais misteriosos e caraterísticos das belas paisagens vulcânicas açorianas.
Começa no Porto da Boca da Ribeira à cota 0, freguesia da Ribeirinha, na ponta Este e mais antiga da ilha. De facto, o trilho percorre à superfície uma das falhas transversais da grande cordilheira submarina a oeste do Faial, a Crista Médio Atlântica, verdadeira cicatriz no meio do Oceano Atlântico resultante da última grande separação continental e expansão oceânica com início há 300 milhões de anos, ao longo das quais se vão instalando vulcões e formando ilhas à superfície.
Este percurso faz-se exatamente desde o local onde se formou o primeiro pedaço da ilha devido às erupções do antigo vulcão da Ribeirinha com cerca de 800 000 anos e que deu origem ao complexo vulcânico com o mesmo nome. Sobe até aos 1000 m, por caminhos de outros tempos, passando pela Caldeira do Faial, cratera de um vulcão adormecido com 2Km de diâmetro e 400m de profundidade com origem acerca de 500 000 anos e cujas sucessivas fases eruptivas construíram a zona central do Faial, denominado por complexo vulcânico dos Cedros.
Esta Caldeira, coberta por uma exuberante vegetação de Laurissilva, dando a possibilidade de experimentar a sensação de viver nestas ilhas de bruma, foi colapsando ao longo das suas diversas erupções, cuja mais recente ocorreu há apenas 1200 anos cobrindo 70% da ilha com pedra-pomes.
As caraterísticas únicas resultantes da juventude desta ilha, tornam ainda mais atrativo este trilho, que atravessa a ilha do Faial da costa Este à costa Oeste. Passando por paisagens luxuriantes típicas destas ilhas até ao autêntico deserto lunar da paisagem do vulcão dos Capelinhos, frequentemente chamado o “último vulcão da linha” ora não fosse o mais recente de um vulcanismo fissural que produz um autêntico alinhamento de cones vulcânicos que se iniciou perto da Caldeira há cerca de 15 000 anos e termina no vulcão dos Capelinhos, resultante da erupção de 1957/58 responsável pela emissão de 175 000 000m3 de cinza, formando o atual complexo vulcânico do Capelo, a península vulcânica mais recente da Europa.
Termina novamente à cota 0 naquela que foi a maior e mais importante estação baleeira dos Açores entre 1940 e 1957, o Porto do Comprido, desativado na sequência da erupção do vulcão dos Capelinhos.

Rocha da Fajã - PRC2FAI



Este percurso tem início na rua da Arramada, na freguesia da Praia do Norte, zona noroeste da ilha.
Comece por descer e vire à direita para a rua do Cemitério. Cerca de 200m mais à frente, vire à direita para uma canada de terra batida que o irá conduzir ao atalho, que desce até à Fajã. Este atalho, de inclinação algo íngreme, desenvolve-se no meio da vegetação, por 550m, até atingir a ribeira do Adão.
Siga à direita pelo Caminho do Fundo da Rocha e, um pouco depois, chegará ao Parque Infantil da Fajã, localizado próximo da praia, propícia para a prática do surf.
Siga pelo Caminho do Porto e, 150m depois, vire à esquerda, prosseguindo por entre as plantações, até ao lugar da Cerca, onde encontrará uma antiga ermida. 
Vire à esquerda e, mais à frente, siga à direita pela rua de Portugal. 400m depois, vire à esquerda no atalho, que sobe por entre a vegetação até atingir à estrada. 
Atravesse a ponte sobre a ribeira e siga as marcações que o irão conduzir de volta ao ponto de início do percurso.


Trilho dos Dez Vulcões - PR6FAI



Este percurso tem o seu início junto ao miradouro da Caldeira, na zona Centro da ilha. Faz uma ligação de segmentos de outros trilhos existentes na ilha.
Comece por contornar o perímetro da Caldeira, no sentido contrário aos ponteiros do relógio, por 4 km.
Vire à direita para o caminho de bagacina, ladeado por criptomérias (Cryptomeria japonica), cedros do mato (Juniperus brevifolia), uvas da serra (Vaccinium cylindraceum), urzes (Erica azorica) e fetos (Woodwardia radicans) e desça por 2,3 km até encontrar o desvio à esquerda para o segmento do percurso da Levada.
Siga por entre a mata de criptomérias, junto ao canal da levada, até encontrar um tanque de armazenamento de água. Depois, entre no atalho à direita e siga na mata de criptomérias até atingir a estrada.
Vire à direita no sentido do Cabeço do Fogo. Desça este Cabeço e siga na canada de terra batida, que o irá guiar até ao Parque Florestal do Capelo. A partir daqui, siga as marcações e atravesse a estrada regional, subindo no caminho de terra batida no sentido do Cabeço Verde.
Um pouco mais à frente encontrará a sinalética de desvio para a Furna Ruim. Siga à esquerda e prossiga no atalho, contornando o Caldeirão, até atingir o caminho de bagacina. Atravesse-o e suba a escadaria até ao Cabeço do Canto, de onde poderá ter uma vista privilegiada sobre o Vulcão dos Capelinhos.
Desça em direção à estrada e atravesse-a para a zona do Costado da Nau.
A última parte do percurso desenvolve-se num terreno onde dominam as cinzas vulcânicas da erupção de 1957. Depois de passar o Centro Interpretivo dos Capelinhos, desça em direção ao Porto do Comprido, ponto final do percurso


Rumo ao Morro de Castelo Branco - PRC5FAI



Este percurso tem início no lugar da Lombega, freguesia de Castelo Branco, na zona sudoeste da ilha.
Comece por descer na canada de terra batida, que ramifica a partir da estrada regional, em direção ao mar. À sua direita poderá avistar alguns dos cones vulcânicos da península do Capelo.
Cerca de 1 km depois, ao chegar à vedação, siga à esquerda no atalho por entre urzes (Erica azorica), faia da terra (Morella faya) e canas (Arundo donax), com o Morro cada vez mais próximo.
500m depois, no portão, pode fazer um desvio à direita para se aproximar do Morro. Volte atrás pelo mesmo caminho até ao portão e vire à direita.
50m depois, vire à esquerda no caminho asfaltado que o irá conduzir até ao Império local, na estrada regional. Vire à esquerda e caminhe por 250m até voltar ao ponto de início.


Entre Montes - PRC8FAI



Esta rota circular desenrola-se entre os Montes da Guia e Queimado, locais de grande importância histórica faialense. Dada a sua localização estratégica, a península foi fulcral no desenvolvimento das telecomunicações entre a Europa e Estados Unidos, onde em 1893 foi instalado o primeiro cabo telegráfico submarino, em funcionamento até 1969 e crucial em períodos como as Grandes Guerras Mundiais.
Comece o percurso junto ao parque de estacionamento da praia do Porto Pim. Passe pelo Observatório do Mar dos Açores e com as instalações à sua direita, suba até ao miradouro da Lira. Deste ponto é possível ver a baía com o forte de São Sebastião na margem oposta. Por todo o percurso existem algumas fortificações de protecção marítima dos séculos XVI e XVII, baptizando o local como Porto Pim, equivalente a Porto Seguro.


Trilho da Levada - PR3FAI



Este percurso tem o seu início próximo do Cabeço dos Trinta, na freguesia do Capelo, zona Centro-Oeste da ilha.
Comece por subir o caminho de bagacina, que ramifica a partir do asfalto, por entre urzes (Erica azorica), azevinhos (Ilex perado subsp. azorica), uva da serra (Vaccinium cylindraceum) e hortênsias (Hydrangea macrophylla).
Após 100m de caminhada, tem a opção de efetuar um desvio para o Cabeço dos Trinta, de onde se avista a parte oeste da ilha.
Posteriormente, siga pela direita até ao tanque de armazenamento de água e contorne-o pela esquerda.
Entre no atalho junto à levada e prossiga por entre a vegetação endémica. Por vezes abrem-se clareiras ao longo do percurso, que o irão permitir visualizar o alinhamento de cones vulcânicos do Complexo Vulcânico do Capelo.
Um pouco mais à frente, atravesse a ponte sobre a ribeira e prossiga por entre a mata de criptomérias até atingir o caminho de bagacina. Atravesse o caminho e prossiga no atalho ao longo do canal.
Mais à frente, irá encontrar uma placa com uma breve explicação sobre a derrocada que ocorreu, devido ao sismo de 1998. A partir daqui, siga pelo segmento mais recente deste percurso, intervencionado em 2013, por 2 km, até ao ponto final do percurso, no lugar do Alto do Chão.


Capelo - Capelinhos - PRC1FAI



Este percurso tem início no Cabeço Verde, um dos cones vulcânicos da Península do Capelo, na zona oeste do Faial.
Comece por circundar este Cabeço, com vista para a Praia do Norte, Cabeço do Fogo, Morro de Castelo Branco e restantes cones vulcânicos presentes na Península do Capelo, alinhados com uma orientação aproximada Oeste – Este.
Posteriormente, desça à direita no caminho por 750m. Junto às placas informativas, siga à direita até à Furna Ruim, algar lávico com 55m de profundidade.
Prossiga no atalho por entre alguns exemplares da Floresta da Laurissilva, como louro (Laurus azorica), azevinho (Ilex perado subsp. azorica), uva da serra (Vaccinum cylindraceum) e urze (Erica azorica), contornando o Algar do Caldeirão até atingir o caminho de bagacina. Atravesse o caminho e suba a escadaria em direção ao Cabeço do Canto, do qual irá avistar a paisagem do Vulcão dos Capelinhos.
Contorne este Cabeço na sua totalidade e volte pelo mesmo caminho, seguindo as marcações, até alcançar novamente o Cabeço Verde

Caminhos Velhos - PR7 FAI



Este percurso tem o seu início no porto da Boca da Ribeira, na freguesia da Ribeirinha, zona nordeste da ilha.
Comece por subir a canada de terra batida até encontrar uma escadaria à direita, que sobe em direção ao Farol da Ribeirinha. Ao chegar próximo do farol, siga à esquerda e entre na mata que o irá guiar ao miradouro da Ribeirinha.
A partir daqui, siga no atalho por entre a vegetação, que desce até à Fonte do Valado, junto à ribeira. Um pouco depois, ao chegar à estrada regional, vire à direita por 10m e, logo depois, siga à esquerda no atalho que sobe em direção a um caminho de bagacina.
Vire à esquerda e prossiga no asfalto, até encontrar um desvio à direita, para uma vereda com a indicação de Caminho da Vila, que desce até ao Graben de Pedro Miguel.
Em seguida, o percurso desenvolve-se numa série de canadas em terra batida, alternando com piso de asfalto, em direção ao lugar do Cabouco Velho.
Próximo do Parque Florestal do Cabouco Velho, vire à direita para o caminho de bagacina que sobe em direção ao miradouro da Caldeira, onde termina o percurso.

Caldeira -  PRC4FAI



Este percurso tem o seu início no miradouro da Caldeira, na zona Centro da ilha.  
Comece por subir a escadaria com vedação em madeira e vire à direita, contornando a Ermida pela direita. A partir daqui, entre no atalho em terra batida, ladeado por hortênsias, numa primeira fase.
Mais à frente, as hortênsias deixam de predominar e há um maior destaque para a flora endémica, como por exemplo o cedro do mato (Juniperus brevifolia), a urze (Erica azorica), uva da serra (Vaccinium cylindraceum), trovisco macho (Euphorbia stygiana), Angelica lignescens, Lysimachia azorica, entre outras.
Continue no atalho que contorna a caldeira (avistando as freguesias da Costa Norte) e, um pouco depois, o trilho sobe em direção ao lugar do Alto do Guarda Sol. Ao chegar ao caminho de asfalto, siga à esquerda até ao Cabeço Gordo, ponto mais alto do percurso.
Posteriormente, desça em direção ao miradouro da Caldeira, num troço que exige algum cuidado, devido ao desnível acentuado.


Ilha São Jorge


Grande Rota de São Jorge
Minha recomendação : 
Leia com atenção o texto 



A Grande Rota de São Jorge percorre sensivelmente metade da ilha, num percurso linear que liga o extremo Este da ilha, no Topo, à Fajã dos Cubres, na costa Norte, com uma extensão total de aproximadamente 42 km.
Este é um percurso que alterna entre o planalto da parte mais interior da ilha, onde nasceram os cones vulcânicos que geraram a ilha, com as vertentes escarpadas e muito altas que se despenham em pequenas áreas aplanadas ao nível do mar, resultando nas paisagens emblemáticas das Fajãs de São Jorge.
Sempre que possível poderá aproveitar as diversas zonas balneares que o percurso oferece, bem como aproveitar a passagem pelos centros urbanos e rurais para reabastecer de utensílios necessários à sua caminhada e retemperar forças.
Este grande trilho apresenta-se dividido em duas etapas, de aproximadamente 27 km e 15 km respetivamente. Deverá planear o percurso, de acordo com a sua condição física, interesse e disponibilidade. Existem entre estações locais próprios para pernoitar (Turismo em Espaço Rural e Albergue), uma vez que o campismo selvagem não é permitido.

Fajã dos Vimes – Lourais – Fajã de São João
PR3SJO



Este percurso tem início na Fajã dos Vimes, junto ao porto e um antigo fontanário.
Comece por percorrer a canada de terra batida que o irá guiar até à Fajã dos Bodes, passando por uma linha de água.
Depois de passar esta Fajã, siga no atalho que sobe até aos Lourais, por entre incensos (Pittosporum undulatum) e faias da terra (Morella faya). Por vezes abrem-se clareiras, com miradouros naturais que lhe irá permitir visualizar algumas das fajãs da Costa Sul, bem como as ilhas do Pico e do Faial.
Ao longo da subida irá atravessar algumas linhas de água.
Sensivelmente a meio do percurso, siga a indicação de viragem à direita para a Fajã de São João, contornando várias pastagens até alcançar a estrada.
Vire à direita e, 500m depois, siga numa canada de terra batida, atravessando uma linha de água.
A partir daqui, desça no atalho que o irá guiar até à Fajã de São João. Ao chegar próximo da Fajã, atravesse uma ponte, próximo de uma pequena praia de calhau rolado, e prossiga na calçada tradicional, por entre as casas, até chegar à Ermida de São João, ponto final do percurso.

Trilho do Norte Pequeno -  PRC6SJO


Esta rota circular, na costa Norte da ilha, permite visitar as Fajãs do Mero, Penedia e Pontas.
Este percurso tem início nas imediações da Junta de Freguesia do Norte Pequeno e daqui segue pelo interior da localidade em direção ao mar. Seguindo as marcas irá encontrar um caminho de terra à esquerda, por onde deverá seguir. Neste caminho de acesso a terrenos agrícolas existem Urzes (Erica azorica) e também uma zona de captação de água para consumo doméstico.
Na parte com maior inclinação o trilho serpenteia ao longo da falésia por entre a vegetação composta maioritariamente por Urze, Faia-da-terra (Morella faya), Incenso (Pittosporum undulatum) e Conteira (Hedychium gardneranum). É também possível observar Inhames (Colocasia esculenta), Vimieiros (Salix fragilis) e Espadana (Phormium tenax), que forneciam matéria-prima para a construção de utensílios para uso da população no quotidiano.
Junto à orla costeira, a Fajã do Mero é o primeiro local habitado com que nos deparamos. Depois de visitar este lugar, siga pelo caminho principal até à Fajã da Penedia. Chegando ao centro, existe um desvio à esquerda para a Ermida de Santa Filomena, recentemente reconstruída. De volta ao caminho principal, o percurso continua para Este, até encontrar uma bifurcação.
Opte pela esquerda para aceder à Fajã das Pontas, onde deverá descer até um pequeno porto de pesca, rodeado de algumas casas e uma zona costeira muito convidativa a um banho nas águas do Atlântico.
Aproveite para descansar e retorne pelo mesmo caminho até encontrar a bifurcação, onde deverá seguir à esquerda pelo caminho da Penedia que sobe para o Norte Pequeno. Siga a sinalética até chegar ao local onde iniciou o percurso.

Serra do Topo - Fajã dos Vimes -  PR2SJO





Esta rota linear tem início junto ao Parque Eólico da Serra do Topo e termina na Fajã dos Vimes. Ao longo do percurso sempre que for necessário transpor uma cancela, deixar a mesma fechada.
Inicie o percurso na estrada regional em direção a Sul até encontrar um caminho de terra à esquerda, ladeado de Hortênsias (Hydrangea macrophylla).
Após atravessar uma cancela, vire à direita para uma mata rica em vegetação endémica como a Urze (Erica azorica), o Cedro-do-mato (Juniperus brevifolia), a Uva-da-serra (Vaccinium cylindraceum) e o Folhado (Viburnum treleasei). Ao longo da descida, o piso pode encontrar-se enlameado e/ou escorregadio, sendo aconselhável o uso de calçado apropriado .
Junto a uma mata de Incenso (Pittosporum undulatum), irá encontrar uma escadaria em pedra antiga que desce a falésia.
Ao chegar à estrada alcatroada que dá acesso à Fajã dos Vimes, opte pela direita até encontrar uma nascente de água potável, conhecida por Fonte de Água Azeda. Prossiga até chegar a um cruzamento onde deverá seguir à esquerda, por um caminho de terra batida, em direção à Fajã dos Vimes. Neste local, existe uma ligação com o PR 09 SJO - Fajã dos Vimes - Fragueira - Portal.
No interior da fajã é possível visitar a oficina de artesanato onde são feitas as tradicionais colchas artesanais e provar um café plantado e confecionado localmente.
Desça o caminho até chegar ao porto de recreio, local onde termina o percurso e onde pode aproveitar para mergulhar nas águas do Atlântico. Neste local existem ligações com outros pontos da ilha através dos percursos pedestres PR 03 SJO Fajã dos Vimes - Lourais - Fajã de São João e GR 01 SJO Grande Rota de São Jorge.

Serra do Topo - Caldeira do Santo Cristo – Fajã dos Cubres 
 PR1SJO



Este percurso tem início na Serra do Topo, junto ao parque de estacionamento, nas imediações do Parque Eólico.
Comece por subir na canada ampla, ladeada por hortênsias, até próximo de um tanque de água.
Em seguida, desça no atalho, por entre espécies da flora endémica como urzes, cedro do mato, uva da serra, erva do capitão, entre outras. A descida alterna um piso cavado na terra com piso empedrado, sendo que irá passar próximo de uma linha de água, havendo a possibilidade de visitar uma cascata, ao quilómetro 3,25 do percurso.
Prossiga na descida empedrada em direção à Fajã de Santo Cristo. Ao chegar à Fajã, próximo da primeira casa, vire à direita, prosseguindo no caminho de terra batida que o irá guiar até à Ermida.
A partir daqui, siga o atalho que contorna a pequena laguna costeira pela esquerda, em direção à Fajã do Belo.
Depois desta fajã, prossiga por 2 km até chegar a um parque de estacionamento. Prossiga na estrada por 800m até à Ermida de Nª Srª Lourdes, onde termina o percurso.

Fajã dos Vimes – Fragueira – Portal 
PR9SJO



Esta rota linear tem início na Fajã dos Vimes, passa pela Fajã da Fragueira e termina no Portal, ao longo da costa Sul da ilha.
O percurso tem início junto ao porto de recreio, zona balnear onde é possível mergulhar nas águas do Atlântico. Ainda no interior da Fajã, aproveite para visitar a oficina de artesanato onde são feitas as tradicionais colchas artesanais e provar um café plantado e confecionado localmente.
Atravesse toda a fajã no sentido Oeste e siga por um caminho de terra ao longo da falésia onde o Incenso (Pittosporum undulatum) é a vegetação predominante. Nesta parte do percurso, existe um cruzamento com o PR 02 SJO – Fajã dos Vimes – Serra do Topo.
Ao longo de todo o caminho até à Fragueira é possível ver a ilha do Pico à esquerda.
Ao chegar à Fajã da Fragueira atravesse uma área de socalcos com vinhas e adegas tradicionais, e visite as ruínas da casa do Maestro e Compositor Francisco de Lacerda que habitou aqui durante 8 anos no período que precedeu a 1ª Grande Guerra Mundial.
Deste ponto o percurso prossegue ao longo de uma escadaria em pedra antiga para o lugar do Portal. Tenha atenção ao piso escorregadio.

Fajã de Além - PRC5SJO


O percurso tem início junto à Ermida de Santo António, no Norte Grande.
Comece por descer no asfalto por 400m e vire à esquerda, para um atalho que segue junto à pastagem.
Após aproximadamente 700m, chega a um miradouro sobre a Fajã do Além, com uma proteção em madeira.
A partir daqui, siga pela escadaria de pedra que o irá guiar ao casario da Fajã. De notar que, ao longo da descida, observam-se várias escorrências de água na rocha.
Ao chegar à Fajã, siga as marcações, por entre as várias casas, com a possibilidade de visitar o moinho do Sr. Moisés.
Depois de atravessar o casario, vire à direita próximo da linha de água, subindo a escadaria em pedra que o irá guiar ao topo da falésia, junto a um antigo fio de lenha.
A partir daqui, suba a canada até à estrada regional. Vire à direita e siga as marcações. Cerca de 1,3 km depois, estará de volta ao ponto de início.


Pico do Pedro – Pico da Esperança – Fajã do Ouvidor 
PR4SJO



Esta rota linear percorre a zona central da ilha, ao longo da cordilheira montanhosa. Tem início no Pico do Pedro, passa pelo Pico da Esperança, zona mais alta da ilha com 1053 m de altitude e termina na Fajã do Ouvidor na costa Norte.
Comece o percurso na base do Pico do Pedro, junto à estrada EN3, através de um caminho de terra. Contorne este Pico pela vertente Norte e siga a sinalética até encontrar a seta com o desvio para o Pico da Esperança. Até lá o percurso circunda vários outros picos, como o do Carvão, Junça, Verde, Montoso e o Morro Pelado.
No ponto mais alto da ilha é possível contornar a cratera e contemplar a lagoa no seu interior.
Retorne ao caminho principal e continue o percurso, agora em fase descendente, ao longo da cordilheira central da ilha. Passe pelo Pico do Areiro e mais à frente pelo Pico Pinheiro, ambos com lagoas no interior das suas crateras.
Daqui o percurso segue em direção a Norte, para a Fajã do Ouvidor passando por zonas de mata, caminhos de acesso agrícola e alguns troços em estrada alcatroada. Esta fajã ao contrário das restantes, fajãs detríticas características de São Jorge, é de natureza lávica de grande dimensão.
Esta disponibilidade de área plana, permitiu um maior desenvolvimento da localidade com o seu comércio local, a existência de um porto de pesca e zona balnear.



Graciosa


Serra Branca - Praia -  PR1GRA



Este percurso tem início na Serra Branca, no entroncamento da estrada regional com o Caminho Florestal do Canadão da Serra.
Comece por seguir no Caminho Florestal, próximo do Parque Eólico, por 1 km, até atingir o Pico da Caldeirinha. Contorne este Pico, um cone vulcânico, que constitui um autêntico miradouro sobre grande parte da ilha.
Depois de voltar à estrada, desça até próximo de um pequeno charco, onde deverá virar à direita. Cerca de 1,2 km depois, vire à esquerda na Canada Jorge Nunes, que o irá guiar até ao lugar do Barro Branco.
Vire à direita na estrada e, 350m depois, vire à esquerda no entroncamento, prosseguindo na canada de terra batida por entre pomares, até atingir a estrada. Vire à direita e, 15m depois, vire à esquerda em direção ao lugar da Lagoa. Posteriormente, siga pela estrada junto ao mar, passando por alguns moinhos típicos da ilha, até chegar à vila da Praia, onde termina este trilho.


Volta à Caldeira - Furna do Enxofre - PRC2GRA



Este percurso tem início na bifurcação da estrada regional com o caminho de acesso à Caldeira, junto à Canada Longa, zona Sudeste da ilha.
Comece por subir o asfalto em direção à Caldeira, por 400m, até encontrar uma bifurcação com indicações. Aqui, pode optar por efetuar o perímetro da Caldeira ou seguir diretamente para a Furna do Enxofre, localizada no interior da Caldeira.
Caso escolha a primeira opção, siga à direita por 600m até encontrar uma bifurcação. Prossiga pela esquerda e, 100m depois, encontrará um desvio à direita para a Furna da Maria Encantada, onde se encontram diversas formações geológicas de interesse. Também pode desfrutar de um miradouro para a Caldeira.
Volte ao caminho e efetue o perímetro da Caldeira, com a possibilidade de ir observando grande parte da ilha.
De volta à bifurcação inicial, siga à direita, no desvio para a Furna do Enxofre, passando pelo túnel e, 600m mais à frente, encontrará a escadaria de acesso à Furna. Depois, volte pelo mesmo caminho até ao ponto de início do percurso. 


Baia da Folga - PR3GRA


Este percurso tem início no centro da freguesia da Luz, próximo do Império local, na zona Sul da ilha.
Comece por descer a estrada regional por 600m e vire à direita na canada de terra batida. Siga as marcas que o irão conduzir na vereda, por entre algumas curraletas de vinhas e outras plantações, até chegar próximo do mar.
Siga o atalho costeiro por entre exemplares de cubres (Solidago sempervirens), salgueiros (Tamarix africana) e a endémica bracel-da-rocha (Festuca petraea) até ao Portinho da Folga.




Ilha Terceira


Monte Brasil - PRC4TER




O percurso tem início junto ao Parque do Relvão, em Angra do Heroísmo.
Comece por subir no asfalto, em direção à Fortaleza de São João Batista. Próximo do guarda, vire à esquerda e continue por 250m até uma bifurcação, onde deverá seguir pela esquerda, até à Ermida de Santo António.
A partir daqui, continue pelo caminho de terra batida à esquerda. Após 350m, vire à direita no atalho que sobe em direção ao parque de merendas do Monte Brasil.
Depois de passar o parque, vire à esquerda para uma canada de terra batida, que o irá guiar até ao ponto mais alto do percurso, Pico do Facho (205m).
De seguida, desça pelo caminho de terra batida com várias curvas até encontrar o desvio para o Forte da Quebrada. Continue num atalho cerrado, por entre os incensos, até chegar a novo desvio opcional (Vigia da Baleia e Posto da 2ª guerra mundial).
Em seguida, siga à direita, para o miradouro da Caldeira. Aqui, suba o asfalto por 200m, virando à esquerda, num pequeno atalho que o irá conduzir até ao Pico das Cruzinhas, miradouro de referência para a cidade de Angra do Heroísmo.
A partir daqui, vire à direita, descendo em direção ao parque de merendas. Ao chegar ao parque, vire à esquerda, seguindo um pequeno atalho que desce em direção ao asfalto. Finalmente, vire à direita e continue por 700m até voltar ao ponto de início.

Fortes de São Sebastião - PR5TER


Inserida no maciço vulcânico dos Cinco Picos esta pequena rota viaja pela costa Sudeste da ilha, passando por vestígios de antigas fortificações de defesa marítima (séc. XVI - XVII) terminando na Vila de São Sebastião. 
Inicie o percurso na estrada regional para a ponta das Contendas. Circule pela direita com vista para o farol das Contendas e ilhéu das Cabras ao fundo. Desça em direção aos Fortes da Greta e de Santa Catarina das Mós (ambos de 1581) com vista para a baía da Mina, local privilegiado para a prática de surf. 
Chegando novamente à estrada, siga à direita, transponha as estufas e, ao chegar ao Pico dos Cernos, vire à direita contornando as árvores. Opte pelo desvio à direita que desce até ao Forte do Bom Jesus, erguido em 1644, com vista para a baía da Mina. Retorne pelo mesmo caminho e, na bifurcação, siga à direita para uma pequena mata onde predomina a endémica Urze (Erica azorica).
No marco geodésico, aproveite para ver o caminho efetuado até este ponto e a restante parte do percurso. Ao sair do bosque, fase descendente, entre numa pastagem com a falésia à direita e Salgueiros (Tamarix gallica) à esquerda. Aproveite para olhar para trás e apreciar a vista para os ilhéus da Mina. Adiante os Salgueiros dão lugar a Canas (Arundo donax) e o percurso entra num caminho de terra batida de acesso a campos de cultivo e pastoreio. Siga as marcas até ao desvio para um miradouro de onde é possível ver a orla costeira de São Sebastião. 
Retorne ao caminho principal e continue, à direita, junto ao mar até ao Forte do Pesqueiro dos Meninos, datado de 1581, com vista privilegiada para a orla costeira. Daqui o percurso sobe para a Vila de São Sebastião passando uma antiga azenha reconstruída, sobe o Arrabalde, onde antigamente corria a Ribeira de Frei João e, já no interior da freguesia, passa pela ermida de Nossa Senhora da Graça. 
Um pouco mais à frente irá transpor o Largo da Fonte, seguido da Ermida de Sant’Ana. Após a igreja irá ver a praça central, local onde termina o percurso.

Relheiras de São Brás -  PRC8TER



O percurso tem início junto ao parque de merendas da freguesia de São Brás.
Ao sair do parque de estacionamento, onde está localizado o painel informativo, siga à direita no asfalto, por 200m, até ao lugar onde existe um monumento de homenagem ao antigo carro de bois.
Vire à esquerda na canada de terra batida, onde mais à frente se encontram as Relheiras, marcas dos antigos carros de bois que ficaram gravadas na rocha. Podem distinguir-se dois tipos: estreitos e em forma de V; largos e planos.
Depois de passar a Fonte do Cão, chega a um largo, onde deverá virar à esquerda para um atalho estreito.
Um pouco mais à frente, este atalho torna-se mais largo e existe uma maior predominância de urzes (Erica azorica) e criptomérias (Cryptomeria japonica).
Ao chegar ao portão de ferro, vire à esquerda, prosseguindo no caminho de terra batida que alterna com asfalto, durante 2 km, até voltar ao ponto de início do percurso. De referir que, nesta última parte do percurso, é possível avistar o milhafre (Buteo buteo rothschildi), ave endémica dos Açores.

Serreta - PRC3TER




Após 400m, vire à esquerda para um atalho ladeado por criptomérias (Cryptomeria japonica), que mais à frente se torna mais estreito, devido a uma abundante vegetação de incenso e cedro-do-mato (Juniperus brevifolia).
Depois de atravessar um afluente da Ribeira da Lapa, entre numa mata de criptomérias e siga as marcações. Um pouco depois, siga no atalho ladeado por uma vegetação que se torna cada vez mais dominada por endémicas, à medida que a altitude aumenta.
Depois de atravessar o troço principal da Ribeira da Lapa, siga no caminho de bagacina, ladeado por exemplares de cedro do mato e urzes, onde um pouco mais à frente encontrará um desvio à esquerda, de 230m, em direção à Lagoinha.
Depois de efetuar o desvio, prossiga pela canada de bagacina durante 800m, virando à direita para uma pastagem.
Caminhe alguns metros e entre no atalho à esquerda, que desce, ladeando a Ribeira do Além.
Depois de passar o miradouro sobre a ribeira, siga à direita por entre a mata de criptomérias. Em seguida, entre num atalho que contorna uma pastagem pela esquerda. Alguns metros mais à frente, vire à direita na pastagem, contornando um tanque de água pela esquerda, e prossiga na canada de bagacina, que o irá guiar de volta ao início do percurso.

Baías da Agualva - PR2TER










O percurso tem início nas imediações do Pico dos Loiros, na freguesia da Agualva. Comece por descer a canada de terra batida, por entre as pastagens. Após 500m, ao chegar à Grota da Lagoa, vire à esquerda e prossiga em direção à Fajãzinha.
Em seguida, contorne a Fajã pela esquerda, até chegar próximo dos calhaus rolados, onde deverá virar à esquerda, subindo a encosta, com mato costeiro de urze (Erica azorica) e bracel-da-rocha (Festuca petrae) até chegar ao miradouro da Fajãzinha. 500m mais à frente encontra um desvio à direita para uma baía, onde é possível visualizar o fenómeno de disjunção prismática nas rochas.  Volte atrás e suba o asfalto, virando à direita na curva apertada, seguindo num atalho por entre os muros de antigas curraletas de vinhas e o mato costeiro de urzes,  que o irá guiar à Baía das Pombas, local ideal para a observação de aves, nomeadamente as espécies nidificantes nos Açores: Garajau-comum (Sterna hirundo), cagarro (Calonectris diomedea borealis) e pombo torcaz (Columba palumbus azorica).
Depois, suba a encosta de urzes e vire à direita, num atalho ladeado pelo muro da pastagem e pela falésia, que o irá guiar até à Ponta do Mistério, onde existe uma pequena lagoa costeira nas rochas.  A parte final do percurso desenvolve-se num atalho entre as pastagens e a falésia, com vegetação de faia da terra (Morella faya), urzes e incenso (Pittosporum undulatum), até entroncar com uma canada de terra batida. Aqui, vire à esquerda, prosseguindo na canada em direção à estrada regional, local onde termina este percurso.

Rocha do Chambre - PRC6TER






O percurso tem início no lugar da Malha Grande, na zona montante da freguesia dos Biscoitos, junto à estrada regional.  Comece por seguir no caminho de bagacina, ladeado por espécies da flora endémica como o louro (Laurus azorica), urze (Erica azorica), faia da terra (Morella faya) e cedro do mato (Juniperus brevifolia). Ao chegar à bifurcação, siga pela esquerda, num atalho de piso empedrado que o irá guiar até a um curso de água, numa mata de criptomérias.  Siga pelas pontes e vire à direita, para um atalho que segue paralelamente à linha de água. Vire à esquerda, atravessando a linha de água, para a pastagem e suba até chegar a um portal em madeira. Continue no caminho de terra batida e entre na mata de criptoméria que o irá levar até ao Vale do Azinhal.
Suba a escadaria ,e ao chegar à clareira, prossiga pela esquerda, contornando a falésia até atingir o marco geodésico, que marca o ponto mais alto do percurso (708m). Deste ponto é possível avistar a área protegida do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.  Desça em direção ao miradouro da Rocha do Chambre.  Em seguida, desça pelas pastagens agrícolas até chegar junto do tentadero, onde deverá virar à direita. Atravesse o portão e siga no atalho ladeado pelo muro e urzes até à bifurcação inicial. A partir daqui prossiga na canada de bagacina até voltar ao ponto de início do percurso.

Mistérios Negros 

PRC1TER




O percurso tem início nas imediações da Lagoa do Negro e da Gruta do Natal. Comece por percorrer o caminho de terra batida ladeado por rapa (Calluna vulgaris) e criptomérias (Cryptomeria japonica). Cerca de 550m depois, entre numa pastagem, contorne o tanque de água pela esquerda e prossiga por 200m até entrar num atalho estreito, por entre a vegetação, constituida por exemplares de Calluna vulgaris,Cryptomeria japonica, Sphagnum sp e cedro do mato (Juniperus brevifolia). Em seguida, siga numa área onde existem três pequenas lagoas (lagoinhas de Vale Fundo), contornando pela direita. Posteriormente, siga por entre o bosque de cedro do mato, num terreno irregular, contornando um dos vários domos traquíticos, com poucos exemplares de vegetação (apenas alguns indivíduos de Erica azorica eCalluna vulgaris) resultantes da erupção de 1761. Depois de passar o domo, siga na canada ampla, ladeada por Erica azoricaJuniperus brevifolia e Calluna vulgaris, que desce em direção a uma mata de criptomérias. Depois de atravessar a mata e algumas pastagens, chegará à estrada de asfalto. Vire à esquerda, passando pelo Pico Gaspar (com opção de desvio), e percorra o quilómetro final até voltar ao ponto de início do percurso.




Ilha das Flores


Lajedo - Fajã Grande - PR2FLO



Desça o atalho empedrado, ladeado por espécies endémicas como a urze (Erica azorica), cedro do mato (Juniperus brevifolia) e faia da terra (Morella faya). Ao longo deste atalho irá atravessar várias linhas de água.
Um pouco depois inicia a subida até à freguesia do Mosteiro. Desça a rua principal, atravesse a ponte sobre a ribeira e siga no atalho que conduz à estrada. Ao olhar para trás, tem a possibilidade de avistar a Rocha dos Bordões.
Siga as marcas e cerca de 1,5 km depois, continue pela esquerda, no atalho que desce até à Fajãzinha. Ao chegar ao Largo do Rossio, siga a placa informativa e, um pouco depois, suba a Rua do Espinhaço até chegar à estrada, próximo de um moinho de água. Atravesse a Ponte da Ribeira e, logo depois, tem a possibilidade de visitar o Poço da Alagoinha, um dos lugares mais belos do arquipélago.
Atravesse a Ponte da Ribeira do Ferreiro e vire à direita. Alguns metros mais à frente, prossiga no atalho por entre pastagens até à Fajã Grande. Na Rua Senador Freitas, vire à direita e percorra os últimos metros do percurso até ao Merendário da Fajã Grande. 

Fajã Grande - Ponta Delgada -  PR1FLO



Depois de passar a escadaria em madeira, vire à esquerda e prossiga no atalho costeiro onde as espécies alternam entre a presença da endémica urze (Erica azorica) e a hortênsia (Hydrangea macrophylla). Ao longo deste atalho, irá cruzar várias linhas de água e terá a oportunidade de observar o Ilhéu Maria Vaz e a ilha do Corvo.Este percurso tem início nas imediações do porto da Fajã Grande, na zona oeste da ilha.
Comece por seguir no asfalto em direção à Ponta da Fajã. Depois de atravessar este povoado, siga no atalho junto à falésia até encontrar a sinalética de desvio à direita. Um pouco depois, o atalho desenvolve-se por uma zona rica em espécies endémicas, com destaque para exemplares de grande porte de cedro do mato (Juniperus brevifolia).
Em seguida, terá uma subida acentuada até à Rocha do Risco, com algumas zonas onde o grau de perigosidade é elevado, razão pela qual deverá ter atenção redobrada.
Ao chegar ao asfalto, desça à esquerda por 1,2 km até chegar à indicação de desvio para o Farol de Albarnaz. Depois da visita ao farol mais ocidental da Europa, siga no asfalto até à Ermida de Nª Srª da Guia. A partir daqui, suba à direita os últimos 600 m do percurso até ao centro de Ponta Delgada.

Este percurso não é aconselhável a pessoas com vertigens.


Fajã de Lopo Vaz - PRC4FLO



Este percurso tem início no miradouro da Fajã de Lopo Vaz e desenvolve-se num atalho único de ida e volta.
Comece por descer a escadaria em pedra, ladeada por vegetação endémica como urze (Erica azorica), faia da terra (Morella faya) e pau branco (Picconia azorica). Após 1,25km de descida, próximo da primeira casa, tem a oportunidade de desfrutar da praia de areia negra à esquerda.
Siga no atalho à direita por entre as restantes casas da fajã, entre várias plantações, até chegar junto de algumas propriedades privadas, com vista para a Ponta da Rocha Alta. Chegado a este ponto, deverá voltar pelo mesmo caminho até ao miradouro da Fajã.

Miradouro das Lagoas - Poço do Bacalhau 
PR3FLO





Este percurso tem início nas imediações do miradouro das Lagoas Negra e Comprida.
Comece por seguir no atalho que contorna a lagoa Comprida pela direita, onde domina a flora endémica, com destaque para o sanguinho (Frangula azorica), cedro do mato (Juniperus brevifolia) e musgão (Sphagnum sp.). Ao chegar à estrada, pode observar em frente a lagoa Seca.
Vire à esquerda no asfalto e, 50m depois, siga no atalho à esquerda, que o irá guiar até à Lagoa Branca. Este atalho encontra-se frequentemente encharcado e enlameado, pelo que deverá ter o devido cuidado. Um pouco depois chega ao caminho de bagacina. Siga pela direita e cerca de 1,5km depois, vire à esquerda. Um pouco depois, passe a cancela e siga na pastagem, junto ao muro do lado direito.
700m mais à frente, surge uma escadaria em pedra que o irá guiar até uma nova pastagem, com vista para a Fajã Grande. Siga junto à vedação e, alguns metros mais à frente, surge a escadaria à esquerda, com uma inclinação acentuada, que o irá guiar até à Fajã Grande.
Ao chegar à estrada, siga à direita e desça por 500m até à indicação de desvio para o Poço do Bacalhau (280m).




Ilha de Santa Maria

Trilho da Costa Sul -  PR5SMA



Este percurso tem início no Forte de São Brás, na Vila do Porto.
Comece por descer o atalho à esquerda do painel informativo. Ao chegar à estrada, vire à direita por 20m e, logo depois, vire à esquerda na direção da Ribeira de São Francisco. Atravesse a ponte sobre a ribeira e vire à direita, subindo a encosta, com vista para a Vila e para o Porto.
Prossiga pela canada até ao Monumento Natural da Pedreira do Campo, onde poderá observar diversos fósseis nas rochas. Vire à esquerda e prossiga pela pastagem. Decorridos cerca de 3 quilómetros do percurso, irá passar próximo da Gruta e Forno de Cal do Figueiral.
Siga pelo atalho até encontrar um caminho de terra batida. Vire à direita e, 300m depois, siga pela pastagem, à direita, até à crista da encosta.
Desça o atalho até à Prainha e, posteriormente, siga à esquerda, sempre junto à costa, até chegar ao Forte de São João Baptista, nas imediações da Praia Formosa. 

Trilho da Costa Norte - PR1SMA



Este percurso tem início na estrada regional, junto à paragem do autocarro, no lugar das Feteiras de Baixo, zona norte da ilha.
Comece por descer o caminho que entronca com a estrada regional. Aos 400m, vire à esquerda na canada de terra batida que o irá guiar até à costa norte.
Ao chegar à costa, vire à direita até encontrar o atalho que desce à Baía do Raposo. Nesta zona, poderá apreciar duas azenhas, a levada que as alimenta e um lagar pertencente à cultura vinhateira local, atualmente em ruínas.
Suba o caminho de pé posto e vire à direita, seguindo na direção do Barreiro da Faneca. Ao chegar a este ecossistema único nos Açores, contorne pela esquerda e prossiga na canada ladeada por incenso (Pittosporum undulatum) e pau-branco (Picconia azorica).
Nesta fase do percurso, sobre terreno árido, existem vários desvios com acessos a miradouros sobre a costa Norte, destacando-se o miradouro da Ponta do Pinheiro, da Baía da Cré e Monte Gordo, onde existe uma vigia da baleia.
Em seguida, desça no sentido da Ribeira do Lemos. Ao chegar próximo da ribeira, vire à direita por alguns metros e suba no sentido da Ponta dos Frades.
Posteriormente desça em direção aos Anjos, até próximo da estátua de Cristóvão Colombo e de uma pequena ermida (provavelmente o primeiro tempo cristão do arquipélago) onde termina o percurso.

Santo Espírito - Maia  -  PR4SMA




Este percurso tem início junto à igreja de Santo Espírito, na zona sudeste da ilha.
Comece por descer no asfalto, na rua João Freitas Pereira, durante 600m. Vire à direita, na canada de terra batida, e siga até chegar próximo do moinho antigo de vento.
Continue pelo atalho à direita do moinho, que o irá guiar por uma mata de incensos (Pittosporum undulatum) até uma pastagem. Atravesse a pastagem e vire à direita na canada de terra batida. Desça esta canada até encontrar uma marca indicadora de viragem à esquerda, para um pequeno atalho, que atravessa uma zona de nascentes.
Suba a escadaria em pedra e vire à direita na canada, que desce na direção da Ribeira do Aveiro.
Próximo da falésia, atravesse a ribeira, e continue pelo atalho de pé posto que desce até ao lugar da Maia. Ao iniciar a descida poderá contemplar a Cascata da Ribeira do Aveiro, uma queda de água com mais de 100m. Um pouco depois, a descida torna-se mais íngreme, pelo que deverá ter a devida precaução.
Depois da descida por entre as curraletas de vinha, chega ao asfalto. Poderá optar pelo desvio à esquerda para a foz da Ribeira do Aveiro (300m). Caso contrário, vire à direita e siga as marcas que o irão guiar até ao Farol de Gonçalo Velho.
Ao chegar ao farol, existe um atalho à direita que desce até à antiga Fábrica da Baleia, onde termina o percurso. 

Entre a Serra e o Mar -  PRC3SMA



Este percurso tem início junto à igreja de Santa Bárbara, na zona nordeste da ilha. Comece por subir no asfalto, cerca de 300m, e vire à esquerda, na ladeira em cimento, que o irá guiar até ao lugar dos Atoleiros, onde se encontram dois moinhos antigos. Siga à esquerda no asfalto por 250m e vire à direita para uma canada de terra batida, até encontrar o Poço da Pedreira,considerado um geossítio pelo Geoparque Açores.
Ao chegar ao asfalto, siga em frente na direção da Terra Velha e caminhe cerca de 2 km até encontrar o desvio opcional para o miradouro sobre a Baía de São Lourenço. Posteriormente, siga as marcas até à Ermida de Nossa Senhora de Lourdes.
Desça a escadaria, passe o portal e desça o atalho que o irá conduzir até ao vale de Lagos.
Atravesse a ponte de madeira e continue no asfalto. Suba à direita a ladeira em cimento de grande inclinação e prossiga no asfalto até chegar à Estrada Regional. Siga à esquerda e, 10m depois, vire à direita para a canada.
Siga as marcas e caminhe o quilómetro final até voltar à igreja de Santa Bárbara. 

Pico Alto





Comece a trilha no parque de estacionamento Pico Alto e subir uma escada perto de um edifício militar para alcançar o ponto mais alto da ilha, que possui vista para Santa Maria.
A partir daqui, voltar ao ponto de partida da trilha e seguir uma pista de terra em uma área de floresta ao norte da ilha. Nesta seção da trilha você vai encontrar árvores de grande porte - cedro japonês ( Cryptomeria japonica ) e algumas endêmicas vegetação arbustiva, incluindo árvores viburnum ( Viburnum treleasei ) e mirtilos Açores ( Vaccinium cylindraceum ).
A rota serpenteia para baixo e passa por um ponto de vista que tem vista para a caldeira para a esquerda. Você também terá uma vista impressionante da costa oeste da ilha.
De volta à estrada principal, passar pela guarita, onde esta trilha cruza com a grande rota de Santa Maria (GR 01 SMA), e cabeça sul para a vila de Alto Nascente. A partir daqui, a trilha sobe de volta para o início da trilha ao longo de um caminho usado por trabalhadores encarregados de cuidar da área.
Na parte final desta trilha, você vai passar por um monumento erguido em memória das vítimas do maior acidente de avião em Portugal, que teve lugar aqui em 1989.


Ilha do Corvo
Actualizado

Padrão das Alminhas - Salto da Farinha -  PR21SMI





Esta rota linear em Nordeste, liga as freguesias da Achadinha à Salga, passando por locais de enorme beleza natural e de grande importância histórica.
Inicie o percurso junto ao Padrão histórico das Alminhas, monumento que assinala o desembarque das forças liberais vindas da ilha Terceira, em Agosto de 1831, no contexto da Guerra Civil Portuguesa (1828-1834). Siga pela estrada em direção à costa, passando pela Casa da Cultura João Melo. Ao longo da descida aprecie a vista sobre orla costeira.
Vire à esquerda por um caminho de terra paralelo a uma levada que antigamente abastecia uma azenha. Nesta zona conhecida por Risco aproveite para explorar o espaço, das cascatas até à praia. De volta ao percurso, suba ao longo da encosta até à primeira bifurcação onde deverá seguir à esquerda, optando de igual modo nos restantes cruzamentos. Ao longo desta volta irá passar pelo Poço Azul, onde pode aproveitar para se refrescar e seguidamente pela Ponte de Nosso Senhor. Chegando, de novo, à primeira bifurcação, continue à esquerda, em direção ao Salto da Farinha (Salga) até chegar à estrada onde deverá seguir à direita.
Acompanhe a curva e vire à direita por um trilho que desce para o Salto da Farinha, uma queda de água com cerca de 40 metros de altura que antigamente auxiliava na moagem de cereais. Passe ao lado da cascata até uma zona de merendas e faça o desvio à esquerda para a base deste curso de água. O percurso termina no parque de estacionamento. Aproveite para se refrescar nesta zona balnear com acesso ao mar, ou na pequena piscina junto aos sanitários. No topo da subida encontra-se o miradouro do Salto da Farinha de onde é possível ver a cascata bem como a costa Norte da ilha.

Cara do Índio - PR1COR




Este percurso tem início junto à Cova Vermelha. Comece por descer no atalho à esquerda do painel informativo.
350m depois, siga à direita na pastagem, junto ao muro, até chegar próximo da falésia, onde irá encontrar a Cara do Índio na rocha. Siga à esquerda e continue em frente na pastagem.
Um pouco depois, entre no atalho que dará início à descida para a Vila do Corvo. Este atalho é ladeado por vegetação endémica como urze (Erica azorica) e cedro do mato (Juniperus brevifolia). Ao chegar à estrada, vire à direita por 50m e entre no atalho à esquerda, em direção à Vila.
Atravesse a zona histórica da Vila e prossiga pela Rua das Forças Armadas, onde tem a possibilidade de visitar moinhos antigos, recentemente recuperados.
A última parte do percurso desenvolve-se num atalho costeiro até chegar à Praia da Areia, ponto final do trilho.

Caldeirão -  PRC2COR






Este percurso tem início junto ao miradouro do Caldeirão.
Comece por descer na direção das lagoas, seguindo as marcas, num troço onde aparecem grandes manchas do musgão (Sphagnum sp.). Cerca de 900m depois, ao chegar a uma rocha, vire à direita.
Contorne as lagoas no sentido contrário aos ponteiros do relógio, sem se afastar em demasia. Siga as marcas até chegar próximo do Poço da Velha.
Em seguida, siga à esquerda do pântano até atingir novamente a rocha anteriomente mencionada. Suba o mesmo caminho que utilizou para descer, até voltar ao ponto de início do percurso.



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